Anatomia Das Mão – Perda do Polegar e Importância dos Membros

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As mãos podem ser reconhecidas como os mais importantes instrumentos do cérebro. São elas que distinguem – depois do cérebro altamente evoluído – o homem dos outros animais. Se o homem não possuísse mãos versáteis, rápidas, eficientes e sensíveis, não chegaria ao ponto em que chegou.

ANATOMIA DAS MÃOS

Para ser versátil como é, a mão apresenta uma anatomia bem complicada já a partir do cérebro, onde a área que a comanda é muito maior do que, por exemplo, a área de comando da perna, tronco, pé e coxa.

Por esse motivo, para reconstruir a mão lesada, há necessidade de profundos conhecimentos do anatomia e da delicada mecânica desse membro. A cirurgia da mão é altamente especializada, quase um “território sagrado”, onde pontificam determinados especialistas.

O tratamento de uma lesão da mão tem sempre em vista manter ao máximo possível sua forma, função e sensibilidade. A operação precisa ser suave e delicada, para não prejudicar os tecidos. Instrumentos especiais e muita serenidade e calma do operador e do assistente são elementos importantes nessas delicadas operações.

No entanto, os resultados dependem também do paciente. Tipo físico, idade e algumas enfermidades constituem fatores importantes.

As pessoas magras, as artríticas ou as com idade superior a cinquenta anos, por exemplo, estão expostas à formação de tecido fibroso na linha da cicatriz, com aderências profundas, que prejudicam os resultados finais da intervenção.

NOVO POLEGAR

O mais importante dos dedos é o polegar. E ele que, auxiliado pelo indicador ou outro dedo qualquer, faz o movimento de pinça, caracterizado pelo ato de pegar objetos delgados – uma folha de papel, por exemplo – e que somente o homem possui.

A perda do dedo polegar implica prejuízo de aproximadamente 60% do uso da mão. Por isso a reconstituição desse dedo é um dos capítulos mais importantes na cirurgia da mão. Quando ele é decepado, pode ser substituído por um novo, feito com outro dedo qualquer, ou com os artelhos.

O dedo é retirado cirurgicamente e reimplantado no lugar do polegar. Por vezes é impossível restituir os movimentos dos dedos. Então, eles são postos em posições de uso – que são aquelas mais úteis, como a do movimento de pinça – e fixados, através de uma artrodese, isto é, pela eliminação da articulação, que torna o dedo rígido.

Depois da operação, a mão fica gessada por algum tempo. Retirando-se o gesso, começam os exercícios com banhos quentes ou de parafina e exercícios para recuperar os movimentos.

Quando não é possível restabelecer totalmente os movimentos, os especialistas tentam alcançar o máximo de movimentos mais necessários. Outras vezes, não é possível manter a forma e se procurará restabelecer quanto possível a função e a sensibilidade.

Em casos extremos, todos os esforços são feitos para conseguir, pelo menos, o movimento de pinça, que habilite o paciente a segurar objetos de 3 a 8 centímetros. Isso significa, para a pessoa, poder alimentar-se, mudar roupas, tomar banho – em suma, atender a suas necessidades mais elementares, sem depender de auxílio.

Fonte:

1, 2

Imagem: hpdeus.blogspot.com.br



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