Envelhecimento da Pele -Causas e Sintomas

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A respeito do envelhecimento da pele, a ciência só descobriu com certeza que ele é um processo irreversível – quando muito, pode ser retardado.

O ENVELHECIMENTO DA PELE

Quando o indivíduo chega à idade madura, sua pele começa a envelhecer. O início do processo varia conforme a predisposição individual e a maior ou menor ação de fatores agressivos como a contínua exposição ao sol, ao calor ou ao frio.

A pele perde então o brilho e a tonalidade, a elasticidade diminui devido à redução do número de fibras elásticas e de outros componentes do tecido conjuntivo. Surgem rugas e pregas, a pele torna-se seca, com tendência à descarnação; aparecem manchas e alterações da pigmentação, além de haver uma rarefação de pelos.

Com o passar dos anos, os receptores sensitivos responsáveis pela percepção de dor, calor e pressão tornam-se menos sensíveis e menos numerosos. As glândulas sebáceas e sudoríparas diminuem em número e função. Trata-se da atrofia senil.

Constituindo um mecanismo fisiológico, o envelhecimento não pode ser evitado, embora existam medidas para retardá-lo.

Boa nutrição, higiene corporal, proteção contra frio, calor, radiações solares e traumatismos são precauções que podem ser tomadas, além do uso de óleos protetores adequados, sabonetes mais gordurosos, banhos e massagens.

Fatores do envelhecimento da pele

O processo de envelhecimento da pele deve-se à interação de vários fatores, entre os quais estão as alterações normais da idade aliadas aos agentes agressivos. Assim, traumatismos e exposição às intempéries provocam o aparecimento precoce de modificações do pele.

E por isso que as regiões cutâneas mais expostas (face e dorso das mãos, por exemplo) sofrem atrofia antecipada. Explica-se também por que pessoas que trabalham ao ar livre – pescadores, camponeses, marinheiros – apresentam tais alterações com maior precocidade.

Mas a atrofia senil da pele pode refletir alterações ou mau funcionamento de outros órgãos. A deficiência progressiva da irrigação sanguínea nas regiões periféricas do corpo diminui a resistência da pele a traumas, a infecções ou a intempéries.

É muito comum a pessoa mudar os hábitos de vida quando se aposenta. Indivíduos que permaneciam a maior parte do dia em ambientes fechados com o cessar da atividade profissional passar a dedicar-se a outras ocupações. São justamente essas mudanças que podem proporcionar novas agressões à pele.

AS VÁRIAS TEORIAS do envelhecimento da pele

Embora o envelhecimento seja muito estudado, ainda não se sabe qual a exata natureza das alterações anatômicas, histológicas (dos tecidos) e funcionais que ocorrem, assim como não se conhece exatamente o mecanismo biológico que determina tais alterações.

O que estabelece os limites do crescimento, ou a época em que os dentes aparecem, ou o início da maturidade sexual ou da menopausa? Por que um rato tem vida média de três anos, ao passo que um esquilo-voador – praticamente do mesmo tamanho, anatomia e fisiologia – vive de seis a sete anos?

A vida de uma mosca drosófila pode ser prolongada por mais de três meses pela baixa temperatura, ou encurtada pelo aumento de temperatura. Mas, apesar dos estudos intensos, não se conhece ainda qual o mecanismo controlador da idade que é afetado pela temperatura.

Alguns autores atribuíram as causas do envelhecimento a substâncias nocivas absorvidas de bactérias intestinais. Todavia, experiências realizadas com animais criados em ambiente estéril mostraram envelhecimento igual ao dos outros.

Alterações nas glândulas sexuais foram propostas como causa de envelhecimento. Entretanto, animais castrados tiveram crescimento e morte no mesmo ritmo dos não-castrados.

Em muitos tecidos, como os do coração, figado e outros, acumula-se, com a idade, um estranho pigmento amarelado composto de lipoides e proteínas. Ainda não se sabe, no entanto, se se trata de um “complemento” do velhice ou se se está perante a própria causa do envelhecimento.

Fonte:

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Imagem: sercaraecoroa.com.br



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