Fraturas do Fêmur e seus tratamentos e causas

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Por sua natureza e função, os ossos da coxa e da perna estão muito sujeitos as fraturas. Às vezes só a cirurgia pode repará-los. O esqueleto infantil apresenta conformação característica, que permite que as crianças realizem proezas incríveis.

Isso porque seus ossos dispõem de urna flexibilidade que não se encontra nos adultos, o que faz com que sejam raras as fraturas entre crianças de pouca Idade.

Porém, as mesmas quedas sem consequências, transpostas para uma fase de idade mais avançada, não ocorreriam tão impunemente.

O motivo pelo qual as fraturas são mais frequentes entre aspes-soas adultas é que seus ossos são mais frágeis, isto é, menos flexíveis, não conseguindo suportar a deformação elástica imposta pelo impacto de uma queda.

E a deficiência da musculatura não permite certas reações de defesa (amortecimento), que certamente poderiam reduzir a gravidade causada pelo dano traumático.

Neste artigo falaremos sobre a ortopedia e as Fraturas do Fêmur e seus tratamentos e causas. 

Ortopedia – Fraturas do Fêmur e seus tratamentos e causas

FRATURAS DO FÊMUR

Os ossos dos membros inferiores, pela própria atividade funcional, estão, mais que quaisquer outros, expostos a fraturas e deslocamentos.

Eles suportam a carga representada pelo peso do corpo; portanto, recebem solicitação maior que os demais ossos. O mais volumoso deles – como também de todo o esqueleto humano – está na coxa: É o femur.

Colo e cabeça compõem a extremidade superior do fêmur. Formando ângulo de 125 graus com o corpo do osso, o colo une a cabeça (esférica) à diáfise (o corpo dos ossos longos), suportando assim a carga que o corpo transmite ao solo.

Na base do colo insere-se a cápsula articular, que une o fêmur à bacia, mantendo fixa a cabeça na cavidade cotiloide (acetábulo).inites extremos da extensão articular, determinados por ligamentos opostos, isto é, anteriores e posteriores. E também o único caminho pelo qual o sangue chega a cabeça do fêmur.

Nesta se insere outro ligamento curto e robusto – o ligamento redondo – mas o sangue que a ela chega por tal via serve para nutrir pequena porção desse importante osso.É exatamente essa especial situação circulatória que constitui o maior obstáculo a reparação das fraturas que ocorram no colo do fêmur.

No que se refere as condições circulatórias da cabeça do fêmur, as fraturas do colo desse osso se dividem em dois grupos: fraturas intracapsulares e extracapsulares.

TIPOS DE FRUTATURA NO FÊMUR

Do primeiro grupo fazem parte as fraturas localizadas logo abaixo da cabeça e as do colo propriamente; ao segundo pertencem aquelas situadas na porção terminal do colo e no limite entre este e a diáfise femoral.

Nas fraturas desse tipo, o fêmur pode girar livremente para fora, e o pantelefônica impossibilitado de erguer o pé.

Fraturas intracapsulares (subcapitais e mediocervicais) são as mais frequentes e difíceis de reparar, ainda que a dor possa ser menos intensa e a rotação externa do membro, muito leve.

Quando as condições gerais do paciente não permitem tratamento cirúrgico, pode-se deixar cabeça e colo do fêmur desligados. A carga cairá, então, sobre a cápsula e o paciente poderá retomar gradativamente a vida normal, após alguns dias.

No tratamento cirúrgico, a fratura é recomposta por meio de para fusos metálicos. Contudo, a reconstituição da situação anatômica anterior dá-se apenas em 25% dos casos.

No restante, a circulação sanguínea entre cabeça e colo não se restabelece e a cabeça femoral entra em necrose, resultando em graves danos para a caminhada.

Prótese metálica no fêmur

AtuaLmente é possível substituir-se a cabeça fraturada do fêmur por prótese metálica ou plástica (ortoplastia), com o emprego de materiais que são bem tolerados e suportam o esforço da caminhada sem causar dificuldades para o paciente.

Já as fraturas extracapsulares (basicervical e trocantéricas), em virtude das condições anatômicas favoráveis, consolidam-se sempre. Para isso existem dois recursos: a tração transesquelética e a intervenção cirúrgica.

Ter esses conhecimentos sobre ortopedia são muito importante para Fraturas do Fêmur e seus tratamentos e causas.

AS MAIS COMUNS

Na perna, as fraturas são constituídas pela ruptura de dois ossos: tíbia e perônio. Consistem no mais numeroso grupo de fraturas, cujo aspecto varia segundo sejam produzidas por traumas diretos ou indiretos (torção), e segundo o nível em que ocorram.

Na tíbia, a torção do pé produz fratura em espiral, que atinge apenas a porção média do osso. Ocorrendo durante a infância e adolescência, a fratura não é completa porque o periósteo, nessa idade, resiste a torção sem se romper (fratura subperióstea).

Reconstitui-se em cerca de 6 semanas. Em pacientes com menos de 5 anos, bastam 30 dias de imobilização para a soldadura espontânea. Ter o conhecimento sobre ortopedia sobre pacientes menores é importante para fraturas do Fêmur e seus tratamentos e causas.

No perônio, as fraturas resultam de choque direto e ocorrem sob a cabeça ou no colo. Apresentam gravidade sob a cabeça ou no colo do perôni3o, se atingem o nervo ciático e o poplíteo externo. Podem provocar paralisia de importantes músculos do pé.

Neste artigo falamos sobre Fraturas do Fêmur e seus tratamentos e causas. 

Imagem- speedo.com.br

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