4 Remédios Caseiros para Bronquite: Tratamentos Naturais

bronquite

Um dos sinais mais significativos da inflamação crônica dos brônquios, ou bronquite crônica, é a tosse, com maior ou menor expectoração, que persiste por meses afio. Essa característica pode fazer pensar, à primeira vista, que a afecção não tem maiores consequências.

No entanto, a bronquite crônica destaca-se, entre as afecções das vias respiratórios, como importante fator de incapacidade física, de perda de inúmeras horas de trabalho e produção e ainda como causa de morte.

Saiba mais sobre a a doença e confira alguns remédios caseiros para bronquite.

BRONQUITE

Acredita-se que as consequências da bronquite crônica sejam, de maneira geral, mais danosas do que as da tuberculose pulmonar. A bronquite crônica apresenta uma incidência relativamente alta, sobretudo entre indivíduos de idade avançada e de meia-idade, manifestando-se muitas vezes associada a crises frequentes de bronquite aguda. Uma das principais causas da bronquite crônica parece ser o hábito defumar.

Estatisticamente está demonstrado que a bronquite crônica atinge fumantes com maior freqüência do que não-fumantes. Verifica-se também que os que fumam em maior quantidade e há mais tempo são atingidos em maior proporção.

No entanto, não são conhecidos os mecanismos exatos pelos quais o tabagismo determina a bronquite. Possivelmente, as substâncias inaladas (contidas na fumaça do fumo) irritam a árvore brônquica, obrigando-a a segregar maiores quantidades de muco.

No entanto, como nem todos os fumantes são acometidos pela bronquite crônica, supõe-se a participação de uma suscetibilidade individual para a instalação do processo inflamatório nos brônquios. Outro fator predisponente é a poluição do ar. Em vários países (EUA, Bélgica, Canadá), pesquisas mostraram que em áreas de grande poluição atmosférica há maior incidência de afecções das vias respiratórias.

Outros fatores que contribuem para a instalação da bronquite crônica são a asma brônquica e algumas doenças pulmonares, como a fibrose pulmonar. Também as infecções desempenham papel importante no aparecimento do processo Inflamatório. Diferentes germes (vírus e bactérias) poderão agredir repetidamente a árvore respiratória e conseguir vencer suas defesas, o que propicia condições para a instalação do processo inflamatório.

SINTOMAS

Em geral a doença não é percebida logo no início pelo paciente, que justifica a tosse e a expectoração freqüentes como resultado do hábito defumar, ou, no caso de não ser fumante, como consequência de resfriados. Quando não se toma nenhuma providência, a bronquite pode progredir até se tornar um verdadeiro padecimento para o doente.

Além da tosse e da expectoração, surge um mal-estar na região central do tórax, acompanhado de sensação de afogamento e de falta de ar, especialmente após um acesso de tosse. Muitas vezes os bronquíolos também são atingidos, o que determina respiração ruidosa.

A tosse é frequente e incômoda, principalmente durante a noite e nos períodos de frio; o escarro é abundante e pode tornar-se purulento, quando ocorre uma infecção bacteriana associada.

COMPLICAÇÕES

A mais comum e temida é a instalação de uma insuficiência cardíaca ou respiratória, que evolui progressivamente e pode levar o doente a uma grande Incapacidade física e até mesmo à morte. Com o desenvolvimento da bronquite, podem surgir alterações respiratórias determinadas por modificações anatômicas bronco pulmonares.

Nos brônquios, essas modificações são representadas pela dilatação e pelo espessamento de suas paredes (bronquiectasia), o que diminui o espaço pelo qual pode passar o ar. Nos pulmões, pode ocorrer a atelectasia ou o enfisema pulmonar, isto é, a dilatação dos alvéolos pulmonares em virtude da dificuldade de saída do ar.

No caso de enfisema, ocorre o rompimento das paredes dos alvéolos, lesão dos bronquíolos e perda da capacidade funcional de parte dos pulmões. Tais alterações vão determinando insuficiência respiratória cada vez mais grave. Os resultados dessa insuficiência são alterações sanguíneas, cardíacas e pulmonares.

Paralelamente, ocorre uma deficiência de oxigenação dos tecidos do organismo. Verifica-se então um aumento do número de glóbulos vermelhos, resultado da tentativa do organismo para compensar a deficiência de oxigênio; em consequência, podem surgir dores de cabeça, confusão mental, delírio e tremores.

As alterações anatômicas bronco pulmonares são responsáveis também por uma sobrecarga que, para o coração, acaba por desenvolver uma insuficiência que, muitas vezes, pode ter como resultado a morte do paciente. A dificuldade respiratória vai-se acentuando aos poucos: a respiração torna-se difícil, angustiante.

Podem ocorrer também deformações no tórax, que se torna permanentemente “inflado”. Um sinal que pode indicar dificuldade respiratória grave, com grande deficiência de oxigenação dos tecidos, é a cor azulada característica (cianose) que aparece nos dedos e na face.

Outra complicação grave é pneumonia, que pode surgir sem manifestar sintomas e sinais que indiquem sua presença, Impedindo assim o tratamento precoce. Uma ocorrência que poderá comprometer ainda mais a função respiratória do doente é o pneumotórax espontâneo.

Esse tipo de pneumotórax consiste na ruptura dos alvéolos e bronquíolos na superfície pleural, acarretando extravasamento do ar dos pulmões para a cavidade pleural.

Remédios Caseiros para Bronquite

Confira alguns remédios caseiros para bronquite:

  1. Chá de Gengibre em pó com Camomila
  2. Alho: Ferva 200ml de leite com 3 dentes de alhos picados. Beba antes de dormir.
  3. Adicione uma colher de mel à um xícara de chá de ervas. O mel é antibacteriano e pode ajudar a aliviar o processo de tosse.
  4. Dissolva sal de Epson em água quente em uma banheira e deixe a pessoa afetada por 20 minutos.

 

Medidas básicas a se tomar:

  • Purificação do ar.
  • Evitar o uso de tabaco.
  • Tomar cuidado com a salubridade das profissões.
  • Evita lugares Frios e úmidos.

TRATAMENTO CONVENCIONAL

Os médicos costumam a prescrever a administração de broncodilatadores e também de antibióticos, especialmente durante os períodos agudos da doença; ocasionalmente, poderá prescrever corticosteroides (derivados sintéticos da cortisona) e tranquilizantes.

Nos casos mais avançados, nos quais já se tenha manifestado a insuficiência cardíaca secundária, o médico indicará medidas terapêuticas especiais para melhorar também as condições cardíacas do paciente.



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