Alterações do Estômago Operado: Riscos, Cirurgias, Tratamento e Saúde

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Em certos casos, a extração do estômago traz problemas de nutrição mais graves que a doença que se tentou eliminar com a cirurgia.

No No tratamento das afecções do estômago, os vários tipos de intervenções são classificados como gastrectomias (remoção do estômago) totais – simples ou ampliadas – e gastrectomias parciais.

A vida é possível com a ausência do estômago, mas as decorrentes alterações das funções de digestão e nutrição a síndrome da agastria (ausência de estômago) – são enormes: podem tornar-se a tal ponto incontornáveis que conduzem à desnutrição total e à morte, mais rápida do que a causada pela própria lesão que determinou a intervenção cirúrgica.

No que diz respeito ao estado geral, a maioria dos pacientes apresenta perda de peso e sinais evidentes de desnutrição, devidos à impossibilidade de alimentação suficiente, justamente por falta do estômago. Seguem-se outros sintomas, como a falta de apetite, a fraqueza e a estafa.

O mais sério e constante sintoma é a diarreia, que se apresenta comumente logo após a cirurgia. Pode manter-se por longo tempo, contribuindo para o estado de desnutrição crônica, debilidade profunda e anemia intensa. Deve ser evitada com a manutenção de dieta cuidadosamente calculada. Bastante frequentes e menos graves são a anemia e a avitaminose (falta de vitaminas).

As causas da anemia são devidas à absorção deficiente de ferro por falta do ácido clorídrico e do fator intrínseco de maturação (ausentes em virtude da extirpação da mucosa gástrica), bem como pela falta do complexo E e ausência do duodeno, órgão onde os sais de ferro são principalmente absorvidos. A avitaminose é caracterizada pela carência de vitaminas dos complexos E e K.

ESTÔMAGO “PEQUENO”

Os estados patológicos que podem advir da gastrectomia parcial têm sua origem na própria lesão que motivou a cirurgia, em defeitos de técnica operatória, ou numa deficiente adaptação do organismo às novas condições criadas pelo ato cirúrgico.

O conjunto de sinais e sintomas é conhecido como síndrome do estômago pequeno (síndrome de Dumping). Clinicamente, a síndrome é caracterizada por debilidade, fraqueza, ansiedade, palpitações, suor frio constante, náuseas e até vômitos, palidez e tonturas em períodos mais ou menos distantes das ingestões de alimentos.

O tratamento é higieno-dietético por excelência. Refeições modestas e mais numerosas, acompanhadas de pouco líquido e repouso posterior, constituem as primeiras indicações. O regime deverá ser abundante em proteínas, com associação de ácido clorídrico diluído, vitaminas e sais de ferro.

Dois tipos de cirurgia do estômago:

  • Recessão gástrica, em que a parte doente do estômago é retirada;
  • ligação direta entre o estômago e o intestino. Nos dois casos, o funcionamento do estômago fica reduzido



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