Batimentos Cardíacos – Como Calcular Frequência Cardíaca Máxima

É muito importante termos noção de nossos batimentos cardíacos. Para isso, apresentamos aqui como você pode calcular a Frequência Cardíaca Máxima (FCM) ideal para sua idade. Confira algumas curiosidades e informações sobre os batimentos cardíacos.

Como calcular a Frequência Cardíaca Máxima

Para calcular a frequência cardíaca máxima adequada basta você subtrair de 220 o número correspondente a sua idade.

Por exemplo: uma pessoa de 40 anos deve fazer o cálculo 220 – 40 = 180. Assim, a Frequência Cardíaca Máxima de uma pessoa de 40 anos é 180 batimentos por minuto.

 

Funcionamento dos Batimentos Cardíacos

O coração é diferente de todos os outros órgãos, no que diz respeito aos movimento.. Em geral, os órgãos viscerais dotados de movimentos involuntários devem seu movimento a contrações de fibras musculares próprias, que, por sua vez, obedecem a impulsos nervosos provenientes do sistema nervoso autônomo.

No coração, o processo é diferente. O batimento cardíaco origina-se de um pequeno nó de fibras musculares especiais, de apenas 20 milímetros de comprimento por 2 milímetros de espessura. As células dessa formação têm a propriedade de gerar impulsos elétricos intermitentes, num processo ainda mal conhecido. Mas o principio em que se baseia é compreensível.

batimentos cardiacos

Cada célula é um pequeno laboratório em que ocorrem reações químicas. Já se sabe que reações químicas podem provocar energia (o zinco, por exemplo, atacado por ácido sulfúrico, gera corrente elétrica). Já foi demonstrado que reações químicas nas células do pequeno nó de fibras produzem energia, que é liberada ao atingir determinado nível de voltagem. Depois de ocorrer a descarga, o processo recomeça, ciclicamente. Daí o compasso dos batimentos cardíacos.

Esse pequeno nó de fibras musculares está situado junto a um seio venoso, no átrio, e, devido a essa localização, recebe o nome de nodo sinoatrial. Essa estrutura é, portanto, um marca-passo do próprio coração, que fornece não só o ritmo, mas também o impulso elétrico necessário.

O fluxo proveniente do nodo sinoatrial não corre por nenhum fio ou conduto especial, mas em ondas concêntricas, como as ondas eletromagnéticas que se originam da antena, na estação de rádio ou de televisão.

Essas ondas partem do nodo sinoatrial e vão estimular as fibras localizadas acima. As ondas que descem são captadas por uma pequena estação retransmissora, outro pequeno nó, situado próximo ao septo interatrial. Esse segundo no do não tem a potência do primeiro (mede 2 milímetros de comprimento por 2 de espessura) e, portanto, precisa transmitir seus impulsos através de um feixe de fibras especiais, que se bifurca e se ramifica posteriormente, para levar o impulso elétrico às fibras do coração. Esses feixes são diferentes das fibras cardíacas comuns, porque dotados de condutibilidade muito mais alta.

Na regulagem dos fluxos de energia do marca-passo entram dois feixes nervosos que atuam como relês sobre o nodo sinoatrial. Um feixe do sistema parassimpático torna mais lenta a produção de estímulos do marca-passo. E um feixe do ortossimpático torna mais rápido o processo. Isso explica a variação do ritmo cardíaco.
Se os dois feixes forem seccionados, o coração continuará a bater. Isto é, o nodo continuará a funcionar, só que em ritmo constante, porque o parassimpático e o ortossimpático, uma vez seccionados, não poderão interferir na cadência.



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