Dentes incluso – O que são? É Perigoso? Quais os Riscos e Tratamentos?

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A causa mais comum dessa irregularidade – que resulta em graves inflamações nas gengivas  é a falta de espaço para a saída do dente.

Por nascer somente depois dos dezessete anos de idade, o tercei­ro molar é popularmente conhecido por “dente do siso” ou “dente do juízo ‘ Situado bem no fundo da arcada dentária, é também o último a se formar, irrompendo normalmente entre os dezessete e os trinta anos de idade.

E, na maioria das vezes, já nasce apresen­tando estrutura deficiente. Em alguns indivíduos, aliás, não chega sequer a se formar. Mas se a não-formação ou não-irrupção do dente do siso nada tem de patológico, o mesmo não se dá com os outros dentes.

No nascimento dos dentes muitas vezes podem ocorrer certas anormalidades; em sua incidência, pode-se veriflcar o não-aparecimento de um ou mais elementos. Tais fenômenos re­cebem a denominação de retenção dentária, e os dentes que sofrem esse distúrbio são chamados inclusos.

Neste artigo falaremos sobre Dentes incluso – O que são? É Perigoso? Quais os Riscos e Tratamentos?

Dentes incluso – O que são? É Perigoso? Quais os Riscos e Tratamentos?

MALFORMAÇÕES DOS MAXILARES

Raramente a re­tenção atinge os dentes decíduos (“de leite’): na maioria dos casos os dentes afetados são permanentes.

Entre estes, após o terceiro molar (cuja retenção já está se tornando usual), os mais atingidos são os caninos. A causa mais comum dessa irregularidade é a falta de espaço para a saída do dente.

Quase sempre o diagnóstico é acidental, feito por ocasião de uma radiografia dos maxilares, por exemplo, pois a retenção não apresenta sintomas. Em certos casos, todavia, dentes inclusos po­dem ser causa de graves inflamações. Outras vezes, a retenção de um dente é acompanhada pela presença de cistos maxilares.

De qualquer maneira, o diagnóstico dos dentes inclusos exige uma radiografia para confirmar a existência do elemento retido na sede óssea correspondente à sua posição normal.

Feito o diagnóstico, é muito importante o conhecimento exato da localização e da posição do dente incluso. Com essa finalidade são de grande ajuda os exames radiográficos em diferentes ângulos.

Quanto à prevenção, deve-se levar em conta que a principal cau­sa de retenção dentária são as malformações dos maxilares, que reduzem a amplitude das arcadas alveolares e dificultam a irrup­ção do dente.

Nesse caso, qualquer medida profilática deverá, antes de tudo, tentar corrigir essas malformações. Outra medida preventiva con­siste em retardar o mais possível a extração dos dentes de leite. Sua extração precoce geralmente provoca diminuição do espaço destinado à dentição permanente.

Conhecer essas informações é importante para tratar Dente incluso.

CIRURGIA DOS DENTES INCLUSO

Se o dente incluso der origem a sintomas como inflamações, dores contínuas ou intermitentes e inchaços, será preciso então removê-lo. A técnica operatória para a extração varia de acordo com o ca­so, de modo a prejudicar o menos possível os tecidos vizinhos, além dos vasos sanguíneos e os nervos.

Da mesma maneira, a anes­tesia poderá ser local ou geral. Tratando-se do dente do siso, por exemplo, faz-se uma incisão ao longo da gengiva, rompe-se o osso alveolar e retira-se o dente.

Ao contrário, se a espessura do osso e a forma do dente não permitirem extração rápida, esta será frita em duas fases sucessi­vas: a raiz é primeiramente separada da coroa, extraindo-se uma parte de cada vez.

Se o dente incluso nunca tiver causado inflama­ções, a ferida operatória pode ser suturada com pontos de seda. Caso contrário, a ferida é coberta com gaze esterilizada, substituída periodicamente até o fechamento da abertura.

Tratando-se de dente canino, a técnica cirúrgica varia conforme a posição do elemento retido: se situado na frente ou atrás das raízes dos incisivos. Se o canino retido estiver na parte inferior da ar­cada dentária, para chegar até ele é feita uma incisão horizontal e sem curva para baixo.

Dessa maneira, descobre-se a região do os­so maxilar situada acima do dente incluso. Uma vez aberta uma brecha óssea, chega-se até a coroa do dente, que é extraído com uma pinça especial.

Se o canino estiver retido na zona palatina (parte superior) da arcada dentária, é mais prático fazer uma incisão ao longo dos dentes superiores, completada por uma incisão oblíqua antero-posterior.

Destacada a mucosa palatina, descobre-se o osso, abre-se uma brecha e o dente é extraído. A sutura é feita com pontos destacados, afim de evitar cicatrizes antiestéticas.

Neste artigo falamos sobre Dentes incluso – O que são? É Perigoso? Quais os Riscos e Tratamentos?

Imagem- clinicapedroche.com



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