Digestão dos Alimentos – Como Ocorre e Processo de Digestão

O processo fisiológico da digestão dos alimentos permite a sobrevivência do homem por intermédio do emprego e aproveitamento das matérias-primas orgânicas existentes, ou seja, as fontes de energia. A fonte primordial de energia que mantém a vida é a energia radiante do sol, que é captada pelo pigmento verde da planta, a clorofila.

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Como Ocorre a Digestão dos Alimentos?

Energia

Essa energia é aproveitada na construção de moléculas de carboidrato e gordura, que são armazenadas pelas células vivas, representando pequenas parcelas de energia acumu­lada. O processo inverso é o da combustão dessas moléculas para daí resultar energia, utilizável pelo organismo vivo, e subprodutos (gás carbônico e água). A síntese vegetal de matéria orgânica, portanto, provê a fonte fundamental de toda a nutrição.

Alimentos hidrolisados

Geralmente os alimentos precisam ser hidrolisados (simplificados quimicamente com o acréscimo de água a suas moléculas) antes da assimilação, o que acontece graças ao verdadeiro laboratório de química que é o aparelho digestivo do homem. Nele os car­boidratos, as gorduras e as proteínas dos alimentos passam por diversas transformações químicas desempenhadas pelas enzimas, desde a boca até o intestino grosso, passando pelo esôfago, estômago e intestino delgado.

Entende-se por alimentos as substâncias que proporcionam a massa específica e fornecem a matéria-prima constituinte dos seres vivos. Particularmente, os que fornecem a matéria-prima para a formação das estruturas do organismo são chamados alimentos plásticos. Entre eles, os principais são as proteínas, fundamentais na alimentação de crianças e gestantes.

Autotróficos e Heterotróficos

Os organismos vivos são, grosseiramente, divididos em dois grupos. Autotróficos são os que elaboram sua nutrição por meio de uma síntese em que utilizam apenas matéria inorgânica. É o que se verifica na fotossíntese, em que a clorofila das plantas ver­des fixa e utiliza a luz solar necessária à síntese dos elementos inorgânicos que irão constituir o alimento do vegetal.

Já os hetero­tróficos somente conseguem viver consumindo o produto já sinteti­zado por outros organismos mais simples. É o caso dos animais herbívoros e carnívoros, por exemplo.

Plantas verdes

A partir daquela divisão ampla, pode-se observar a curiosa cadeia de alimentos existente nas comunidades vegetal e animal. O ciclo se inicia nas plantas verdes, que são capazes de fabricar seus próprios alimentos a par­tir da matéria inorgânica. Em seguida, as plantas são ingeridas pe­los herbívoros, que por sua vez são devorados pelos carnívoros em escala crescente até o homem que, por ser o mais complexo de to­dos (é praticamente onívoro), encerra a cadeia.

Há diversas classificações dos alimentos, conforme se tenha em vista sua origem (animais, vegetais e minerais), composição quími­ca (proteínas, carboidratos e gorduras) ou função básica (energéti­cos, plásticos e reguladores do metabolismo).

Processo de Digestão dos Alimentos

Para serem utilizados pelo organismo, os alimentos precisam ser transformados. Nos animais superiores, a transformação ocor­re no tubo digestivo. A digestão dos alimentos corresponde, portanto, à transformação de substâncias alimentícias complexas e insolúveis em subs­tâncias mais simples e solúveis em água, o que permite sua absorção e assimilação.

Enzimas

Essa transformação se dá por meio das enzimas contidas nos sucos digestivos, secretados pelas diversas glândulas anexas ao tu­bo digestivo. As enzimas desmontam as moléculas complexas dos alimentos, que são reduzidos assim a poucas substâncias simples e de fácil absorção. Os carboidratos se convertem em glicose, fruto-se e galactose; as gorduras, em ácidos graxos e glicerol (álcool); e as roteinas, em aminoácidos.

Tubo Digestivo

A água e os sais minerais atraves­sam íntegros o tubo digestivo. O volume total de sucos digestivos secretados durante 24 horas é de cerca de 10 litros. A estrutura do tubo digestivo se presta admiravelmente à fun­ção a que se destina. Constitui-se, de maneira geral, numa capa se­rosa externa, duas outras camadas de músculos e uma camada interna mucosa, que é diferente segundo as diversas alturas do tu­bo digestivo. As células da mucosa têm função de absorção de ali­mentos e secreção do muco.

Glândulas

As glândulas anexas ao tubo digestivo são compostas, em sua maioria, por um tipo heterogéneo de células, à exceção do figado, do pâncreas e de algumas glândulas sali­vares. Exceto no ligado, nunca os vasos sanguíneos estão em con­tato direto com as células secretoras.

Estas retiram água, sais e substâncias diluídas do líquido intersticial (proveniente do sangue e que irriga as células de todos os tecidos) que banha as células glandulares. Tais células liberam tanto produtos orgânicos (sais bi­liares, por exemplo) como produtos inorgânicos (ácido clorídrico e vários sais). Alguns compostos orgânicos elaborados pelas células glandulares, como proteínas e enzimas, diluem-se ou são arrasta­dos pelo líquido que as atravessa. Nesse processo, as células glan­dulares transferem água e sais dos espaços intercelulares para o tubo digestivo.

As enzimas, como a ptialina da saliva, a tripsina do suco gástrico e a enteroquinase do suco intestinal, são substân­cias responsáveis pelas alterações químicas que os alimentos so­frem durante a digestão.

Moléculas de Açúcares

Essas reações compreendem o desdobramento das grandes mo­léculas de açúcares, proteínas e gorduras em moléculas menores, que atravessam a mucosa intestinal e se integram ao sangue, etapa final do longo processo de digestão dos alimentos.



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