Goela de lobo, Quais seus tratamentos e sintomas, é perigoso? Confira

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A fissura que mantém a comunicação entre a boca e as fossas nasais, além de prejudicar afala, cria problemas para a alimentação. Após cerca de um mês da fecundação, o ovo humano (zigoto) inicia a fase de embrião, na qual começa a se formar o corpo.

Quando o embrião está completo, entra na fase de fito, quando ocorre um crescimento vertiginoso. É na fase de embrião que po­dem ocorrer as anomalias no desenvolvimento do corpo, determinando o aparecimento de anormalidades fisicas efuncionais.

Uma de tais malformações congênitas é o lábio leporino, isto é, um “corte” no lábio superior que o divide em dois. Essa fenda, tecnicamente denominada fissura, pode aparecer também na forma­ção óssea onde se fixam os dentes superiores.

Quando a finda se forma apenas no céu da boca, é chamada fissura palatina ou pala­tosquise. Se existir a fissura labial juntamente com a fissura palati­na, a anomalia passa a ser identificada como palatognatosquise ou goela de lobo.

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Essas malformações não são mortais nem graves, mas prejudi­cam sobremaneira a vida de seu portador, não só pelas dificulda­des psicológicas, mas também pelas deficiências que provocam na fala e na alimentação. Essa anomalia já foi encontrada também em ratos, cães, cavalos e até em cobras e lagartos.

Neste artigo falaremos sobre Goela de lobo, Quais seus tratamentos e sintomas, é perigoso? Confira.

Goela de lobo, Quais seus tratamentos e sintomas, é perigoso? Confira

AS FISSURAS

A boca é a cavidade inicial do aparelho diges­tivo, e constitui um elemento importante da fonação. As cordas vocais fornecem um som inicial, posteriormente elaborado e con­trolado na boca, que é uma verdadeira caixa acústica regulável.

Quando o lábio superior é fendido, prejudica a formação de consoantes labiais, como “p “e “m ‘ E o céu da boca fendido impede a emissão das consoantes palatais, como “t “ou “r “(que exigem a vibração da língua contra o palato).

Comparando-se a boca com um salão, do qual os lábios seriam a porta de entrada, tem-se, logo a seguir, os dentes, comparáveis a grades internas de segurança. E por trás dessas grades, o saldo propriamente dito, que pode ser dividido em duas porções: a anterior e a posterior.

A anterior, mais próxima da boca, tem como “te­to formação óssea. rígida. Seguindo-se ao teto rígido, encontra-se outro, flexível, desprovido de ossos e dotado de músculos. São, respectivamente, o palato duro e o palato mole- Acima do pa­lato duro estio as fossas nasais.

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PALATO

O palato mole, na realidade, é o que ficha o caminho da garganta, separando a parte superior da faringe – nasofaringe – de sua parte inferior – orofaringe (gargania propriamente dita).

Ao fundo, como uma sineta pendurada no centro da porta dos fundos, está a úvula – ou campainha -, pequena massa muscular que, tocada pelos dedos ou por instrumentos. provoca ânsias de vômito.

A contração dos músculos do palato posterior encarrega-se também de fechar a comunicação existente entre a boca e as fossas nasais.

A fissura palatina aparece como se o teto do salão ficasse. devido a um defeito de construção, com uma larga fenda, criando uma comunicação anormal com o pavimento superior, as fossas nasais.

Nesses casos, torna-se impossível o fechamento da comunicação normal boca—fossas nasais, com a contração do palato mo­le, insuficiente para fechar também a fenda anômala. Quando o paciente fala, a comunicação entre a boca e as fossas nasais cria a fala anasalada (rinofonia).

Outro prejuízo causado pela malformação é que o risco de re­gurgitação dos alimentos é muito aumentado. No caso de recém-nascidos, por exemplo, para que o leite sugado não suba às nari­nas, é necessária a amamentação quase em posição vertical, ou ministrada com conta-gotas ou colherinhas.

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A fissura palatina ocorre em proporção de 1 para 250 nasci­mentos e é mais freqüente nas crianças do sexo feminino. Afirmou-se já que alguns medicamentos, como a cortisona, durante a gravidez, podem provocar a goela de lobo. Contudo, esse fenômeno não foi ver(ficado na espécie humana.

A correção das fissuras palatinas é feita por meio de interven­ção cirúrgica. Alguns especialistas acreditam que se deva fazê-la aos dois anos de idade, ao se iniciar afala; outros preferem a épo­ca da segunda dentição. Mas, por não ser de emergência, a opera­ção só será feita em condições Ideais.

Conhecer o palato é muito importante para tratar a Goela de lobo.

MEDICINA INTERNA A SÍNDROME TROICA

Dependendo do dano renal, chega a ocorrer a cura espontânea. Mas há casos, sem tratamento, que levam à morte por infecção geral.

A síndrome nefrótica, caracterizada por edema, perda de proteínas na urina e outros sinais, pode apresentar quadros clínicos di­versos, decorrentes, em parte, do tipo de nefrose (afecção renal de­generativa, não inflamatória) e, em parte, das condições gerais do organismo do paciente.

Nos casos de menor gravidade aparecem poucos sintomas e, por isso, nem sempre é fácil diagnosticar a síndrome nefrótica. Quando não ocorre infecção renal simultânea, muitos nefróticos sentem-se bem e continuam a levar vida normal.

Já a síndrome nefrótica acentuada é acompanhada por falta de apetite (anorexia), náuseas, vômitos e diarreia, além de mal-estar geral, sensação de fraqueza e desnutrição grave. Os casos extre­mos provocam incapacidade física, fadiga e depressão. Em crian­ças, a síndrome nefrótica grave causa interrupção do crescimento e do desenvolvimento.

A manifestação característica da síndrome nefrótica é o edema (inchaço), que pode variar de pequenas proporções até uma defor­mação acentuada de várias partes do corpo quando chega a ana­sarca, ou seja, inchaço generalizado. Geralmente, o edema se de­senvolve de maneira gradual.

Na síndrome nefrótica avançada, quando o paciente apresenta anasarca, o edema generalizado não somente determina um aspec­to grotesco, como também pode provocar um derrame pleural (acúmulo anormal de líquido no espaço entre as pleuras) e barriga-d’água (ascite).

Outras afecções, como insuficiência cardíaca con­gestiva e cirrose hepática, também podem provocar o aparecimen­to de anasarca. Entretanto, na síndrome nefrótica, a anasarca é ex­cepcionalmente volumosa. O paciente poderá reter anormalmente em seu ortanismo até 20 litros de água.

“INUNDAÇÃO”DOS INTERSTÍCIOS

O inchaço é de­vido, em grande parte, a uma diminuição da quantidade de proteí­nas do plasma. Normalmente, essas proteínas desempenham papel fundamental na retenção de água no interior dos vasos sanguíneos. É por meio delas, principalmente, que o sangue regula a distribuição de água pelo corpo.

Quando ocorre deficiência  de proteínas, provocada por sua eliminação maciça na urina através dos rins lesados (proteinúria), a água que deveria ficar retida nos vasos sanguíneos extravasa através dos capilares e vai “inundar” os es­paços intercelulares. Um fator adicional é a própria função renal prejudicada.

Os rins alterados mostram dificuldade em eliminar água e sais do organismo. Conseqüentemente, o corpo acaba “saturado “devido à retenção de sódio e água.

Também interferem no processo as alterações hormonais, especialmente da aldosterona, hormônio secretado pela supra-renal que regula a distribuição de água e sódio nos vários setores do corpo.

Em muitos casos de síndrome nefrótica, a pressão arterial en­contra-se elevada, em decorrência da alteração de complexos me­canismos renais que participam do controle da pressão arterial. Mas, em outros casos, a pressão poderá se mostrar em níveis nor­mais.

Na maioria das vezes, o comprometimento dos rins provoca uma diminuição da quantidade de urina excretada (oligúria). Ape­sar de menos abundante, a urina contém sempre grandes quantida­des de proteínas, especialmente de albumina.

A quantidade de proteínas eliminadas desse modo chega a igualar a de proteínas inge­rida na dieta normal ou suplementada por medicação (a dieta nor­mal é de cerca de 150 g de proteínas por dia).

URINA E INVESTIGAÇÃO

O exame mais simples no diagnóstico da síndrome nefrótica é o exame de urina comum (tipo 1). Nele verifica-se, principalmente, a presença de proteínas e de açúcar e a contagem do sedimento urinário (elementos não dissol­vidos na urina).

Na síndrome nefrótica aparece a proteinúria acompanhada de algumas alterações do sedimento como, por exemplo, um maior número de leucócitos e cilindros (formações anormais, pequenos “moldes “dos túbulos renais).

Por outro lado, a dosagem de proteínas do sangue evidencia a hipoproteinemia ou hipoalbuminemia geralmente apenas a albu­mina contida no plasma sanguíneo diminui de quantidade; as ou­tras frações do sangue, como as globulinas.

Por exemplo, podem estar presentes em quantidade normal ou até mesmo aumentada. Além da espoliação das proteínas através da urina, alterações do metabolismo das proteínas no sangue também participam na diminuição da quantidade de albumina circulante.

Paralelamente se verifica aumento da concentração de gorduras no sangue (hiperlipemia). A variação mais característica é a eleva­ção do nível de colesterol. Assim sendo uma forma de se prevenir contra Goela de lobo.

PERIGO DE INFECÇÃO DA GOELA DE LOBO

De maneira geral, a intensidade de dano renal, que varia de caso para caso, determina o tipo de evolução da doença. Chegam a ocorrer casos de remissão e cura espontânea. No entanto, grande número de casos sem tratamento leva os pacientes à morte por infecções como a peritonite ou a sep­ticemia (infecção generalizada).

Antes do advento das drogas modernas a doença era de evolu­ção gradativa mais rápida, com intensificação dos sintomas: Au­mento do edema, piora das condições gerais do paciente, progres­siva diminuição da quantidade de urina excretada.

Com consequente retenção de uma quantidade maior de resíduos orgânicos e maior suscetibilidade às infecções. Apesar da eficiência dos mo­dernos medicamentos, é indispensável a colaboração e perseverança do paciente, isso porque a síndrome nefrótica é uma doença crôica e de longa evolução.

Ter em mente os tratamentos e as infecção da Goela de lobo é muito importante para acabar com ela.

Por outro lado, o tratamento é demorado e os possíveis fracassos terapêuticos podem desanimar o doente. Sempre que as condições do paciente permitirem, ele não deve ser mantido hospitalizado.

Mesmo o repouso em casa deve ser rela­tivo e adequado às suas condições; quando estas melhoram, o doente poderá reassumir gradativamente suas funções normais.

Os glomérulos renais são formados por capilares sanguíneos originados por uma arteríola que, por sua vez, é um ramo da artéria renal. A parede dos capilares é formada por células endoteliais dotadas de poros que permitem a passagem do plasma sanguíneo.

Neste artigo falamos sobre Goela de lobo, Quais seus tratamentos e sintomas, é perigoso? Confira.

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Imagem- saude.terra.com.br