Laringite Infantil – Dispneia, Tratamento Caseiro, Dicas e Explicações

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Crianças de até quatro anos são as maiores vítimas da laringite, que tem por sintoma básico a dificuldade de respirar.

De modo geral, a laringite atinge mais as crianças que os adultos, tanto pela falta de certas defesas quanto pela constituição do aparelho respiratório, ainda em formação.

Nessa fase, o interior da laringe e todo o aparelho respiratório, de maneira geral, apresentam um diâmetro pequeno. Assim, qualquer processo local de estreitamento – edemas, por exemplo – torna ainda mais reduzidos os diâmetros e provoca dificuldades para a respiração.

OS AGENTES DA LARINGITE INFANTIL

Entre os micróbios que determinam a laringite, encontram-se o Corinebacterium diperiantia – causador do crupe -; bactérias comuns como estreptococos, estafilococos e pneumococos; e alguns vírus. Os estados alérgicos também podem colaborar no aparecimento das laringites.

QUADRO CLÍNICO E DISPNEIA

Quando a mucosa inflamada incha, os pequenos músculos da laringe podem ficar tensos, ocasionando uma contração espasmódica. Em consequência, as vias de acesso aos pulmões sofrem um estreitamento, diminuindo a passagem de ar.

Isso explica os dois sintomas mais característicos da laringite: a dispneia (dificuldade para respirar) e o estridor, um barulho bem específico produzido pelo ar ao passar pelas vias parcialmente obstruídas.

O processo pode começar deforma brusca, partindo de uma laringite localizada ou, mais frequentemente, de uma infecção generalizada da parte superior do aparelho respiratório.

Pode, pois, evoluir de sarampo, escarlatina, varicela ou simples gripes e resfriados. Se julgar necessário, o médico poderá solicitar exames de laboratório (heniograma, hemocultura), raios X dos pulmões, exame microscópico e culturas de material colhido diretamente na garganta.

TRATAMENTO

Deve dar-se à criança muita água, para mantê-la hidratada; os alimentos, de preferência, deverão ser líquidos (pois são mais fáceis de deglutir, quando a laringe está obstruída).

Finalmente, a criança deve ser mantida em repouso. Entre as práticas médicas a serem adotadas figuram: umedecimento do ambiente, combate à tosse e à dificuldade respiratória, drenagem postural e, excepcionalmente, a traqueotomia.

O umedecimento do ambiente tem por objetivo tornar mais liquidas as secreções da mucosa, facilitando sua eliminação. Mantêm-se a criança durante quinze a trinta minutos dentro do banheiro, com porta e vidros fechados, próxima (mas não embaixo) do chuveiro ligado na temperatura máxima.

Outra forma – aliás, preferível – de umedecimento é improvisar uma tenda utilizando o berço. Cobre-se um dos lados do berço com um lençol e, sob o pano, coloca-se uma chaleira de água quente. O uso de vaporizadores especiais, adquiridos em farmácia, é o meio mais recomendado.

Para evitar que a secreção desça para a traqueia e os brônquios, emprega-se a drenagem postural. Consiste em inclinar a cama, de modo que a cabeça fique num nível inferior ao dos pés. Nos casos muito graves, realiza-se a traqueotomia como recurso extremo. Consiste na abertura cirúrgica de um pequeno orício na traqueia, afim de evitar a asfixia.

Fonte (em inglês):

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Imagem: http://revistacrescer.globo.com



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