Moléstias Infecciosas – O que são? Como Tratar? Mata? Riscos e Sintomas

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Frequente nas regiões tropicais, essa moléstia decorre da ação de um verme que se aloja nos intestinos, no fígado e nos pulmões.

O Strongyloides stercoralis é um verme de modo de vida muito peculiar. Não está predestinado a passar o ciclo vital no organis­mo de um hospedeiro, do qual dependeria durante todo o tempo.

Não precisa também ser necessariamente de vida livre. Adapta-se ‘perfeitamente tanto à modalidade biológica parasitária quanto à vida livre e independente.

Isso é “decidido’ num estágio de desenvolvimento da larva em que ela tem o nome de larva rabditóide. Ao saírem com as fezes do indivíduo infestado, as larvas rabditóides ficam no solo, alimen­tando-se de bactérias e matérias orgânicas.

Depois de três ou qua­tro dias, começam a se mod(flcar e. quando “optam “pela vida li­vre, tornam-se larvas de segundo estágio. Com calor, umidade e ar, as larvas se desenvolvem e chegam à fase adulta.

Se, na fase rabditóide, as larvas estão predestinadas à vida para­sitária, elas se transformam em outro tipo de larva, a filarióide, e parasitárias entram no organismo humano pela pele e alcançam a circulação, passando pelo ventrículo e pelo átrio direitos. Do coração atingem os pulmões e os intestinos.

Ficam esperando, no solo, um hospedeiro – que pode ser o pró­prio homem. Ao se instalar no organismo humano, vai dar origem à doença parasitária denominada estrongiloidíase.

Neste artigo falaremos sobre Moléstias Infecciosas – O que são? Como Tratar? Mata? Riscos e Sintomas.

Moléstias Infecciosas – O que são? Como Tratar? Mata? Riscos e Sintomas

PARASITAS

Em geral, as larvas filarioides penetram no or­ganismo através da pele. Vinte e quatro horas depois, alcançam a circulação, passando pelo átrio e pelo ventrículo direitos do cora­ção.

Invadem as artérias pulmonares e percorrem as redes capila­res do pulmão. Perfurando a parede dos capilares, chegam aos al­véolos e bronquío los, mas continuam a caminhar.

Os tecidos que recobrem essas estruturas (epitélio) conduzem as larvas e as secreções brônquicas até a traqueia e a laringe. Lá che­gando, as larvas são deglutidas e logo se instalam no intestino. Du­rante todo o percurso, passam por várias modificações e, quando chegam ao intestino,já se tornaram adultas.

Tipo mais raro de infestação é o que se verifica quando a pessoa bebe água contaminada: as larvas vão diretamente para o intesti­no. Chegando ao duodeno, as gêmeas perfuram o epitélio e alojam-se na mucosa intestinal, onde desovam.

Dos ovos saem as larvas rabditoides que, procurando atingir a luz do intestino, abandonam a companhia materna. Da luz do intestino as larvas são expulsas com as fezes do paciente. Três a quatro semanas após a infestação do hospedeiro, as larvas ‘filhas “já estão no solo, para reiniciar o ciclo parasitário ou adotar vida livre.

SINTOMAS

As lesões provocadas pelo Strongyloides sterco­ralis são de três tipos: cutâneas, pulmonares e intestinais. Quando superficiais, as cutâneas passam despercebidas. Já as lesões mais sérias manifestam-se por placas eritematosas.

Edemas, hemorragias e urticárias gigantes são alguns dos pre­juízos causados pelo verme a pessoas muito sensíveis. No percur­so das larvas – entre os capilares e os alvéolos – aparecem pe­quenas petéquias (manchas hemorrágicas).

Frequentemente ocor­rem hemorragias difusas no pulmão, que se agravam quando as larvas permanecem muito tempo nesse órgão, onde chegam a atin­gir a fase adulta e a desovar. A presença das larvas no duodeno e nojejuno provoca a destruição das pregas das mucosas.

A sintomatologia da estrongiloidíase está relacionada com per­turbações do aparelho digestivo. Surtos de diarréia são intercala­dos com prisão de ventrõ, dores abdominais e cólicas.

DIAGNÓSTICO

A estrongiloidíase produz várias alterações pulmonares e digestivas comuns a outras moléstias. O exame de fezes é o recurso mais eficiente para provar a pre­sença dos parasitas no organismo. Nas fezes se encontram as lar­vas rabditóides.

Quando as larvas são muito escassas nas fezes, os médicos re­correm à coprocultura. As fezes permanecem num tubo fechado para evitar a evaporação da pequena quantidade de água.

O vidro é colocado numa estufa a 20-30°C e aí permanece durante oito a dez dias: as larvas do estrongiloide, de vida livre, acumulam-se no fundo do tubo. Os líquidos obtidos por sondagem duodenal tam­bém podem revelar a presença de larvas e ovos.

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Imagem- fundect.ledes.net



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