Mordida de Cachorro – O que fazer e como tratar?

Todas são, segundo a espécie do animal, ferimentos contusos ou perfurantes. Não obstante, são estudadas à parte, pois com essas lesões amiúde se inocula alguma substância tóxica ou se transmite alguma enfermidade.  Saiba mais sobre o que fazer e como tratar uma mordida de cachorro.

Mordida de Cachorro

Mordida de Cachorro

A mordida de cachorro é a mais freqüente. As vezes quando o animal é grande, os ferimentos produzidos são extensos, e pode haver acentuada dilaceração de tecidos. Entretanto, o maior perigo de uma mordida de cachorro é a possibilidade de que o animal esteja atacado de raiva.

Conquanto nem todos os mordidos por cão raivoso adquiram a enfermidade, uma vez desenvolvida a hidrofobia, a mortalidade no ser humano é de 100%, pelo que é absolutamente indispensável submeter-se ao tratamento que Pasteur descobriu e é pratica mente eficaz em todos os casos.

Também é prudente submeter-se ao tratamento se não foi possível prender o cão, ou se a pessoa foi mordida por um animal de outra espécie que pareça raivoso. É preciso suspeitar que um cão está raivoso se apresenta excitação alternada com depressão e tendência para isolar-se.

Observa-se alteração nos latidos que terminam com um queixume agudo. Quando a enfermidade progride, aparece o sintoma clássico: a hidrofobia, isto é, o horror à água, devido ao doloroso espasmo dos músculos da deglutição que se produz ao só pensar em beber água.

A dificuldade para deglutir existe também para os alimentos. Mais tarde, o animal, babando às vezes e com aspecto de acuado, sai mordendo todo ser que se lhe apresente no caminho. A morte sobrevém-lhe em 4 ou 5 dias.

Algumas medidas podem ser tomadas após uma mordida de cachorro. Confira.

 

Como tratar uma mordida de cachorro?

1) O que mais urge é que o animal seja detido para que, posto em observação, se determine se está ou não atacado de raiva.

2) Se não foi possível outra solução para evitar o dano a outras pessoas, envie-se a cabeça do animal a uma Repartição do Ministério de Saúde Pública, ao Instituto Pasteur ou a outro estabelecimento competente, onde se prepare e aplique a vacina anti-rábica, pois o exame do cérebro do animal permite amiúde determinar se sofria ou não de hidrofobia.

3) Se não há suspeita de que o animal esteja atacado de raiva, o tratamento não difere do de qualquer ferimento contuso: limpeza da pele vizinha e, depois, do próprio ferimento, com água fervida e sabão, se necessário; desinfecção da pele que rodeia o ferimento com tintura de iodo a 2%, e colocação de um curativo. Se há ferimento extenso ou profundo, o médico decidirá se deve suturar ou não, e também se deve aplicar soro antitetânico e antibióticos.

4) Se há certeza ou bem-fundada suspeita de que o cão está atacado de raiva, aconselham alguns autores (somente o médico decidirá se aplicará este procedimento ou não) tratar de destruir o vírus da raiva que penetrou no ferimento por meio de alguma substância cáustica.

5) Se o animal está doente, com raiva e há dúvidas, é imperativo aplicar vacina anti-rábica. Utiliza-se também um novo soro além da vacina na prevenção desta enfermidade.

Após tratar a mordida de cachorro, procure um médico!



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