O que é a Glândula Tireoide – Tratamentos, Sintomas e Como evitar

Agindo principalmente sobre o metabolismo celular, os hormônios dessa glândula só são produzidos quando há iodo suficiente na dieta.

Neste artigo falaremos sobre O que é a Glândula Tireoide – Tratamentos, Sintomas e Como evitar.

O que é a Glândula Tireoide – Tratamentos, Sintomas e Como evitar

Tireoide

A tireoide segrega alguns dos hormônios mais importantes do metabolismo, isto é, do processo de transformação e síntese de substâncias orgânicas. Pesa em média 25 gramas; tem a forma de um 1-1 e dispõe-se em tomo do pomo-de-adão.

No adulto, o peso e o volume da tireoide variam de acordo com R idade, o sexo e as condições funcionais da glândula. Na gravi­dez, por exemplo, a tireoide aumenta notavelmente.

A glândula origina-se de uma invaginação da faringe do em­brião: em determinada zona do epitélio forma-se uma pequena bolsa, cuja parte terminal fica espessa. É o começo da tireoide. A parte restante da bolsa fecha-se e desaparece durante a evolução re­tal.

O adulto carrega durante toda a vida um sinal dessa forma­ção: um pequeno orificio, o forame cego da língua, situado no ponto em que ocorreu a invaginação, ou seja, posteriormente, no limite entre o corpo e a raiz da língua.

Localizada anteriormente aos primeiros anéis da traqueia, aí se fixa por meio de tecido conjuntivo. Na parte superior, os lobos atingem a laringe. Estando em contato com os anéis da traqueia, a tireoide segue seus movimentos, deslocando-se para cima, por­tanto, durante a deglutição.

Pela tireóide passam cerca de 5 litros de sangue por hora. O sangue arterial chega à glândula através das artérias tireóideas su­periores (ramificação das carótidas externas) e das artérias tireoidianas inferiores (ramificações das subclávias).

A tireoide, junta­mente com a parte terminal de seus vasos sanguíneos mais impor­ tantes e com as glândulas paratireóides apoiadas em sua face pos­terior, fica protegida numa cápsula de tecido conjuntivo.

A inervação da tireoide deve-se ao sistema nervoso vegetativo ou autônomo, que controla a dilatação ou contração dos vasos sanguíneos, ou seja, o afluxo sanguíneo da glândula. A elaboração dos hormônios está sob o controle do hormônio tireotrófico produ­zido pela hipófise.

MICROESTRUTURA DA TIREOIDE

A glândula subdivide-se em lóbulos de diferentes tamanhos, separados entre si por ca­madas de tecido conjuntivo. Este, partindo da cápsula que lhe é própria, penetra no parênquima glandular, dividindo-o em nume­rosas subunidades.

Cada lóbulo é constituído por várias zonas amorfas, sem estrutura, circundadas por uma camada de células. O conjunto células-substância amorfa (coloide) constitui a uni­dade fundamental da tireoide: o folículo.

A morfologia do folículo pode variar de acordo com o estado funcional da glândula; quando em grande atividade, suas células são volumosas e o colcoideo contido no folículo é escasso. Se, ao contrário, a tireoide se encontra em estado de relativo repouso, as células aparecem acha­tadas, o coloide é abundante e o volume do folículo, maior.

A razão desse mecanismo é simples: as células fabricam parte do hormônio tireoidiano, lançando-o no interior do folículo arma­zenador, sob uma forma de Tireoglobulina (hormônio ligado a uma proteína).

Quando o organismo envia à tireoide uma “ordem hormonal” solicitando hormônio tireoidiano, as células retiram do coloide o hormônio anteriormente depositado ali e lançam-no na cor­rente sanguínea. O coloide, portanto, nada mais é que o local de armazenagem do hormônio tireoidiano de reserva.

Por isso é abundante quando há pouca procura pelo organismo e vice-versa. Dessa maneira, as células aumentam de volume quando se encon­tram em fase de atividade, e diminuem quando trabalham em ritmo reduzido.

A tireoide é capaz de acumular uma quantidade de hormônio até trinta vezes superior à necessidade diária. Teori­camente, ela pode entrar em repouso absoluto pelo período de até um mês, sem prejuízo para o organismo.

FUNÇÕES DA TIREOIDE

Embora comumente se fale de hormônio tireoidiano, na verdade a glândula secreta quatro substâncias semelhantes entre si quanto à estrutura química: tetraiodotironina, dois tipos de triodotironina e a tetraiodotironina ou tireoxina. Não se sabe de maneira precisa se todas essas substâncias possuem ação hormonal.

Parece, contudo, que a diiodotireonina e uma das triiodotireoninas têm pouca importância funcional. As outras duas, ao contrário, exercem atividades biológicas típicas do hormônio tireoideno.

Pesquisas realizadas recentemente levam à provável aceitação de duas possibilidades. O verdadeiro hormônio seria a tri-iodo tironina. A tireoxina não passaria de pré-hormônio, transformado em tri-triodotironina pelas células que dele se utilizam.

De acordo com a segunda hipótese, os dois hormônios seriam transformados – pela ação das células periféricas – em outra substância ativa, ainda desconhecida.

Para fabricar seu hormônio, a glândula tireoide precisa de uma substância fundamental: o iodo, introduzido no organismo juntamente com os alimentos. Após ter sido absorvido pelo intestino, o iodo passa para o sangue.

A primeira tarefa da tireoide é obter uma quantidade suficiente de iodo, tarefa executada pela enzima tireoidiana. Agindo nas células da glândula, a enzima faz com que elas bloqueiem e armazenem o iodo que passa pela tireoide através do sangue.

Em seguida, no processo químico de oxidação de cada átomo de iodo que no sangue circula ionizado é ex­traído um elétron. Também essa passagem é realizada graças à in­tervenção de uma enzima.

O iodo agora precisa ser fixado a uma molécula de aminoácido: a tiresina. No interior do coloide está contida uma proteína rica em tireosina, a tireoglobulina.

No ponto de contato existente entre células e colóide realiza-se a fixação: o iodo é atraído pela tireoglobulina e prende-se às moléculas de tiresina que a compõem.

Formam-se dessa maneira, de acordo com o número de átomos (um ou dois) que se fixem à molécula de tiresina. a mono ou a dibromotirosina. O coloide passa a apresentar moléculas de tireoglobulina ricas em tiresinas, às quais estão ligados átomos de iodo.

Ve­rifica-se, então, outro fenômeno: as moléculas de mono e dibromotirosina unem-se duas a duas, formando, de acordo com o tipo de união, as quatro moléculas de tiresinas que constituem o com­plexo hormonal tireoideano.

O processo de síntese hormonal chegou ao final. Agora, quando se mostrar necessário, o hormônio será lançado na circulação.

Para que isso aconteça, entram em ação enzimas especiais que se­param a tireoglobulina e libertam as tireoninas formadas e as iodo­tireosinas restantes. Esses compostos são captados pelas células da tireóide.

Ai, as tireosinas passam intactas pelas células, en­trando na circulação do sangue, para serem transportadas aos tecidos que necessitam de sua ação.

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CIRURGIA

O enfraquecimento das paredes das veias,frequente nos membros inferiores, pode ocorrer também em outras partes do corpo.

As varizes são veias desproporcionalmente dilatadas em rela­ção à quantidade de sangue que devem transportar. A dilatação permanente de determinadas veias (as superficiais  dos membros in­feriores, sobretudo) prejudica a estrutura de suas paredes e, em consequência, também suas funções.

Nesses casos, a dilatação das veias constitui a doença em si, sem que se saiba a causa; são as chamadas varizes primitivas ou essenciais. Mas as alterações po­dem decorrer também de outras doenças – como tromboses veno­sas profundas e fístulas arteriovenosas -, caracterizando assim as varizes secundárias.

Para o bom funcionamento do organismo, é necessário que o sangue circule normalmente e que todos os órgãos sejam irrigados de maneira adequada. Nesse esquema todo é especial o papel de­sempenhado pelas veias dos membros inferiores.

Estimulada pelas contrações musculares, essa rede venosa funciona como um “cora­ção “periférico auxiliar, que bombeia o sangue venoso. Com isso, o sangue pode subir e chegar até o coração.

A sede das varizes é o sistema venoso superficial,formado pelas veias safenas. Essas veias distribuem-se por toda a superfície dos membros inferiores, numa rede complexa por onde a maior parte do sangue caminha, em seu retorno para o coração.

Em suas pare­des internas existem válvulas para controlar e orientar a passagem do sangue. Com as contrações musculares, permitem a passagem da corrente sangüínea apenas num sentido (e impedem o refluxo,  a volta do sangue).

O funcionamento defeituoso dessas válvulas provoca a forma­ção de varizes, pois determina a drenagem deficiente do sangue que, em lugar de subir para atingir o coração, fica estagnado nos membros inferiores.

As veias varicosas apresentam-se dilatadas, alongadas e tortuo­sas, com estruturas e funções alteradas. Em conjunto, as altera­ções decorrem do enfraquecimento das paredes venosas, conse­qüência da ruptura de seus elementos musculares e elásticos.

Além da rede venosa superficial, existe uma outra, mais impor­tante, localizada no interior dos grandes músculos da perna. As veias superficiais comunicam-se com as veias profundas por meio de um terceiro sistema de veias, formado pelas perfurantes ou co­municantes.

Por esse motivo, uma lesão localizada no sistema ve­noso profundo pode repercutir no sistema venoso superficial e ori­ginar aformaçâo das varizes secundárias.

A dilatação das veias, com a consequente estagnação de san­gue, determina aumento da pressão local. Esse aumento repercute nos vasos capilares; a elevação da pressão interna dos vasos capi­lares determina extravasamento de líquidos para os espaços locali­zados entre as células.

O acúmulo desse líquido nos tecidos causa o edema (inchaço) das pernas. A circulação venosa de retorno fica prejudicada pelo edema; este, por sua vez, tende a aumentar com a continuação do pro­cesso. A pele do terço inferior da perna, com a nutrição prejudi­cada pela deficiência circulatória, sofre uma diminuição de resis­tência.

Assim, favorece o aparecimento de complicações como úl­ceras varicosas, celulite, espessamento e escurecimento da pele, ec­zema e mesmo hemorragia por rompimento da veia.

TRABALHO E VARIZES

As profissões que exigem per­manência em pé por longo tempo, sem andar, podem condicionar sua manifestação (dentistas, farmacêuticos, balconistas etc.). mdi­v(duos cuja ocupação obriga à posição sentada ou a constantes caminhadas já não estão tão expostos.

O esforço constante de ca­minhar exercita os músculos das pernas e promove a contração muscular que ajuda a impelir o sangue venoso.

O fato de as vari­zes aparecerem de preferência em idade avançada explica-se pela perda de tônus da musculatura das pernas e das válvulas venosas.

Acredita-se que existe uma predisposição às varizes, determi­nada por fatores hereditários que condicionariam a fraqueza das paredes venosas.

Além da posição em pé, também as ocupações que obrigam à pressão constante da musculatura abdominal, como a dos estiva­dores e levantadores de peso, criam condições que favorecem a manifestação das varizes.

O enrijecimento dessa musculatura torna djfícil o retorno do sangue venoso dos membros inferiores e, com isso, se originam a estase (estagnação sangüínea) e a dilata­ção das veias das pernas.

A maior incidência das varizes no sexo feminino pode ser expli­cada em termos de fatores endócrinos. É comum sua manifestação ou seu agravamento em períodos como a gravidez, a puberdade e a menopausa.

É possível que a alteração de secreção hormonal, com maior liberação de progesterona, provoque certo relaxamento das paredes venosas, com consequente dilatação das veias.

Embora as formações varicosas das veias dos membros inferio­res sejam as mais freqüentes e as mais conhecidas, as varizes po­dem afetar também outras veias. As dilatações varicosas das veias que suprem a porção terminal do intestino constituem as hemor­róidas; as do cordão espermático originam a varicocele.

E há ainda os casos de varizes esofageanas (formadas por um meca­nismo diferente) cuja ruptura constitui grave perigo de vida.

Neste artigo falamos O que é a Glândula Tireoide – Tratamentos, Sintomas e Como evitar.

Imagem- tuasaude



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