O que é Cirrose Hepática, Mata? É perigoso? Sintomas e Tratamentos

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As medidas terapêuticas são adotadas de acordo com o estado dos tecidos do fígado, de modo a devolver ao órgão sua atividade normal.

o consumo constante de bebidas alcoólicas, mesmo em peque­nas quantidades, faz com que o indivíduo não sinta a necessidade de se alimentar adequadamente. Em decorrência da má alimenta­ção, não assimila aminoácidos essenciais, denominados protetores do fígado (colina e metionina, por exemplo).

Esses aminoácidos, juntamente com alguns ácidos graxos, participam do processo que impede a degeneração das células hepáticas e posterior depósito de gorduras no fígado. Quando o indivíduo está em estado de ca­rência dessas substâncias, que não são sintetizadas pelo organismo, o fígado tona-se gorduroso – uma das causas da cirrose.

Indagação que ocorre a grande número de pessoas é se o tipo de bebida ingerida faz diferença. Embora a indagação não esteja totalmente respondida, acredita-se que vinho, cerveja, uísque, aguardente, gim e outras bebidas são igualmente prejudiciais.

Al­guns defendem a cerveja, alegando apresentar menos teor alcoólico e que o hábito de beber cerveja, geralmente, não está relacionado à má alimentação. O álcool, porém, não é a única causa da cirrose hepática, que poderá surgir por vários outros motivos.

Neste artigo falaremos sobre O que é Cirrose Hepática, Mata? É perigoso? Sintomas e Tratamentos.

O que é Cirrose Hepática, Mata? É perigoso? Sintomas e Tratamentos

EXAME “AO VIVO”

Estudavam-se, até recentemente, os aspectos de um fígado cirrótico apenas em autópsias, ou seja, exami­nando o órgão de indivíduos atacados pela cirrose, que vieram a falecer. Atualmente, é possível estudar o fígado em funcionamento, com a ajuda de um aparelho especial, o laparoscópio.

Com o uso do laparoscópio, o médico pode visualizar o estado real do fígado do paciente e, se julgar necessário, retirar um frag­mento do tecido do órgão (biópsia), para posterior exame micros­cópico. Essa técnica não se resume ao exame do fígado.

Também outros órgãos abdominais podem ser observados, pois o laparoscó­pio pode mover-se em vários sentidos. Esse tipo de exame apresen­ta pouquíssimos riscos e excelentes resultados.

Mas, devido ao des­conforto que proporciona ao paciente, só é realizado nos casos em que não se pode estabelecer um diagnóstico definitivo com base nos sintomas. Nas fases iniciais da cirrose, os sintomas nem sempre são apa­rentes e, algumas vezes, podem ser confundidos com sintomas de outras moléstias.

Recurso utilizado frequentemente é constituído pelas técnicas de laboratório, como dosagens sanguíneas (para verificar se existem alterações no sangue, típicas da doença), punção do abdome, com agulha.

Para retirada de líquido possivelmente contido na cavidade abdominal (ascite) e seu posterior exame microscópico, ou exames radiológicos do tórax e abdome.

A CURA

O tratamento varia de acordo com o estágio de evo­lução da doença. Se for detectada em suas fases iniciais, a cirrose, sobretudo a de origem alcoólica, poderá ser tratada com sucesso, caso o paciente colabore efetivamente com o médico na manuten­ção das medidas terapêuticas adequadas.

Nos casos determinados por alcoolismo crônico, recomenda-se, além do tratamento clínico, o tratamento psiquiátrico, para remover ou atenuar as causas que levam o doente a beber. Este, com a ajuda do psiquiatra, poderá libertar-se das motivações que o induzem à bebida.

Nas fases iniciais da cirrose, o paciente deverá manter uma dieta rica em aminoácidos essenciais (colina e metionina). contidos nas proteínas de origem animal (carne, ovos, leite, queijo). Nos casos de alcoólatras, evidentemente, também é fundamental evitar a in­gestão de álcool.

Já nas fases mais avançadas da doença, em que tenham surgido inchaço (edema) e ascite, poderá ser necessária, ainda, a diminui­ção do consumo de sal de cozinha. Isso porque o sal favorece a retenção de água pelo organismo e, portanto, sua diminuição pode­rá ajudar a controlar a ascite.

Além disso, o médico conta com vários medicamentos (diuréticos, corticosteró ides, substâncias que atuam como protetoras do fígado etc.). Outra forma de conduta adotada pelo médico pode ser o esvaziamento da ascite, realizado, sem maiores diflculdades, com uma agulha, ou cânula, introduzida na cavidade abdominal.

E no caso de estar presente o coma hepáti­co, serão empregadas medidas mais severas, porque esse estado é grave e poderá levar o doente à morte.

Outra ocorrência comum da cirrose hepática é a hipertensão da veia porta. Também essa complicação exige tratamento especial, quando determina hemorragia no esófago ou aumento considerável de volume e atividade do baço. Essas duas são as principais manifestações da pressão alta na veia porta.

Como os resultados de al­gumas medidas conservadoras são discutíveis, os métodos cirúrgi­cos são empregados com maior frequência.

Consistem na retirada do baço, com a consequente diminuição do volume de sangue que penetra na veia porta; ligação da veia porta com a veia cava ou, ainda, da veia cava com a veia renal (o que permite a melhor drena­gem do sangue acumulado na veia porta).

Todas essas medidas são empregadas separadamente, de acordo com a orientação do cirurgião, que decidirá a respeito das vantagens e desvantagens de cada uma das técnicas.

A cirurgia é indicada, sobretudo, quando existe a possibilidade iminente de rotura de varizes do esófago ou, ainda, quando a rotura já ocorreu. De maneira geral, a cirrose não deve ser considerada necessaria­mente como doença fatal.

Na realidade, é moléstia grave, mas, com tratamento adequado, há boas probabilidades de recuperação da atividade normal do fígado ou, ao menos, de impedir a evolução da cirrose. Quanto à prevenção dessa moléstia, as medidas mais eficazes são a boa alimentação e a abstinência de álcool.

De outra parte, para evitar a cirrose hepática em decorrência da hepatite, são ne­cessários cuidados especiais, como a esterilização de agulhas utili­zadas em doentes de hepatite e isolamento desses doentes (para evitar o contágio). Outra medida é a precaução ao manipular pro­dutos tóxicos para ofigado, como fósforo e arsênio.

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Imagem- minhavida.com.br



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