O que é Esterilidade feminina e quais são seus Tratamentos e Causas

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As possíveis causas da esterilidade da mulher são várias, mas não raro a ausência de filhos se deve a problemas do marido ou do casal; para detectar esses problemas, são necessários exames de laboratório.

Um levantamento preciso e muito minucioso de todos os dados clínicos e pessoais é indispensável para configurar o quadro geral e possibilitar o diagnóstico.

Após ser frito todo o levantamento possível no consultório, as in­formações serão complementadas por exames de laboratório es­pecíficos, para estudo e diagnóstico da esterilidade da mulher ou do casal.

Neste artigo falaremos O que é Esterilidade feminina e quais são seus Tratamentos e Causas .

O que é Esterilidade feminina e quais são seus Tratamentos e Causas

FALTA DE OVULAÇÃO

A ovulação em si não pode ser observada diretamente. Os exames para evidenciá-la são indiretos: analisam as alterações que determina no organismo. O método mais simples é o do controle da temperatura basal. Consiste em tomar a temperatura retal em horário fixo, diariamente, e registrar os resultados.

Com esses dados, o médico constrói um gráfico, que permite avaliar com grande aproximação a época de ocorrência da ovulação. A explicação disso é simples: após a ovulação, o ovário passa a secretar progesterona, hormônio feminino que determina um ligeiro aumento da temperatura corporal.

A ocorrência de ovulação e a regularidade da produção dos hormônios ovarianos podem ser avaliadas pela análise microscó­pica das células superficiais da vagina. E o método denominado colpocitologia seriada, ou citologia vaginal seriada.

De acordo com as fases do ciclo menstrual, o epitélio da mucosa vaginal apre­senta variações cíclicas, na espessura e no aspecto das células.

O exame mais seguro para avaliar a ocorrência de ovulação é a análise das modificações do endométrio: a biópsia do endométrio. Consiste na retirada de uma pequena amostra da mucosa que forra o útero, para exame ao microscópio.

As eventuais modificações do muco cervical também podem ser importantes. A diminuição da viscosidade do muco, na época da ovulação, determina sua friabi­lidade, isto é, a capacidade de reduzir-se afragmentos.

Outro exame especializado para identificar a ocorrência de ovu­lação é uma análise de urina, também feita em laboratório. Con­siste na avaliação do complexo pregnandiol, que é a forma sob a qual aprogesterona é eliminada pela urina.

Todos esses exames são feitos para avaliar apenas a presença de ovulação. Se for constatada sua ausência, numerosos outros exa­mes poderão ser necessários, a maior parte para evidenciar a pro­vável insuficiência hormonal que origina a alteração.

Diante de um caso de esterilidade feminina em que é constatada a norma­lidade da ovulação, duas outras alternativas precisam ser esclare­cidas. Pode ocorrer a impossibilidade de aninhar no útero o óvulo fecundado, ou a incapacidade de acolher espermatozoides e permi­tir sua migração.

NIDAÇÃO

O aninhamento do óvulo fecundado (ovo) na parede uterina depende diretamente da receptividade do endométrio.
Um endométrio “inóspito “pode ter várias origens e se a biópsia faz com que se levante a suspeita de alterações locais importantes é indicado um exame mais completo: a curetagem de prova.

Con­siste na raspagem de toda a superfície do endométrio, após dilatação acentuada do colo do útero. A análise microscópica do mate­rial evidencia as alterações do endométrio que impedem a instala­ção do óvulo fecundado.

ESTERILIDADE FEMININA – BLOQUEIO

Muitas vezes a incapacidade de fecundação de­riva da impossibilidade de o espermatozoide penetrar nas vias genitais femininas e atingir o óvulo maduro. Esse problema é em ge­ral condicionado por um bloqueio mecânico das vias genitais, ao nível das trompas do útero, ou do próprio canal cervical.

E nas trompas que com maior frequência se localiza o obstáculo. Isso pode ser verificado  por vários exames; a maior parte se baseia em introduzir na cavidade uterina uma substância que deve chegar ao espaço abdominal, pelas trompas.

Um deles é a insuflação tubária, que consiste na introdução de gás carbônico ou ar por meio de um aparelho adaptado ao colo do útero. Ligado a esse aparelho, há um pequeno manômetro que in­dica as variações de pressão, à medida que o gás penetra.

A per­meabilidade ou obstrução das trompas é evidenciada por essa mensuração: quando as trompas estão obstruídas, a pressão au­menta violentamente, por não encontrar passagem livre. Podendo causar a esterilidade feminina.

Outro exame altamente específico é a histerossalpingografia. A primeira etapa do processo consiste em injetar pelo canal cervical uma substância radiopaca. Uma série de radiografias (5, em mé­dia) sucessivas evidencia a passagem da substância pelas vias ge­nitais.

Quando o contraste passa pelas trompas e atinge normal­mente a cavidade abdominal, é porque as vias genitais estão desobstruídas. As alterações que se manifestam no interior das trompas e do útero somente podem ser constatadas através desses exames.

Mas se há algum estreitamento no colo do útero, isso pode ser avaliado no próprio consultório, sem anestesia, por meio do histerômetro ou de delgadas velas metálicas. Assim, ajudando na esterilidade feminina.

Neste artigo falamos O que é Esterilidade feminina e quais são seus Tratamentos e Causas .

Imagem- muitochique.com

 



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