O que é Hipertrofia Das Mamas – Tratamentos, Conceitos e Dicas

O que é Hipertrofia Das Mamas – Tratamentos, Conceitos e Dicas

Esse distúrbio, de causas obscuras e que pode atingir homens e mulheres, só deve ser corrigido por cirurgia quando muito acentuado.

O desenvolvimento exagerado que pode se registrar em uma ou nas duas glândulas mamárias tem causas obscuras e pode surgir na infinda, na puberdade ou na gravidez e na lactação.

DESENVOLVIMENTO ANORMAL

Na puberdade precoce, a mama começa a desenvolver-se antes dos oito anos de idade, havendo casos até em que o fenômeno se manifesta antes dos três anos.

Ao lado desse sinal evidente, aparecem também pelos pubianos, os órgãos genitais externos desenvolvem-se e hemorragias vaginais irregulares constituem uma verdadeira menstruação.

As causas do irrompimento precoce da puberdade feminina relacionam-se à produção prematura de hormônios sexuais, pelos ovários, ou devem-se a tumores que secretam hormônios nos ovários ou nas supra-renais.

Há casos, no entanto, em que não se encontra a alteração responsável por esse desenvolvimento. Os casos constitucionais são mais frequentes que os provocados por tumores ovarianos.

Há ocorrências, por exemplo, em que cistos lutidínicos, tumores ovarianos que produzem grande quantidade de progesterona, são responsáveis pelo desenvolvimento mamário precoce;

Pode-se observar na criança, além da mama crescida, um tumor mole, livre e móvel na parte inferior do abdome, correspondendo a um dos ovários. Esses cistos são benignos e curáveis pela remoção cirúrgica do ovário comprometido.

Entre os nove e dez anos, a menina pode apresentar desenvolvimento precoce de uma das mamas, sem que isso seja indício de puberdade precoce.

Nasce por trás do mamilo uma massa amolecida de 3 a 6 cm de diâmetro, e a melhor terapêutica é a observação constante da criança, para não expô-la a uma cirurgia precipitada que possa alterar ou mesmo anular a lactação, futuramente.

Se houver necessidade de intervenção cirúrgica, deve-se ter o cuidado de extirpar apenas os tecidos anormalmente crescidos. Esse tipo de hipertrofia assimétrica geralmente coincide com o início do aparecimento dos caracteres sexuais secundários.

Sua origem relaciona-se com a ação hormonal ovariana, que já se faz sentir, atuando sobre uma glândula sensível – a mama.

Com  o tempo, a atividade ovariana e o crescimento mamário normalizam-se. Outro tipo de hipertrofia mamária é o que ocorre na adolescência – a chamada hipertrofia mamária puberal.

É o tipo mais frequente de verdadeira hipertrofia. As mamas, apesar de já terem atingido o volume normal, continuam crescendo durante a adolescência.

Uma vez completado o desenvolvimento corporal e psíquico, as mamas não mais regridem. É fato que acarreta grande desconforto físico, além de problemas estéticos e psicológicos.

Para esses casos é geralmente recomendada uma cirurgia plástica. Mas, se as mamas ainda não tiverem atingido um volume exagerado e a anomalia for recente, pode-se fazer um tratamento com hormônios, conforme o nível de tolerância da paciente.

Outra forma é a que surge nas primeiras semanas da gravidez, podendo as mamas alcançar, em pouco tempo, volume considerável.

Muitos autores acreditam que se trate de hipertrofia puberal que ficou latente durante certo tempo e, com o estímulo hormonal da gravidez, voltou a se manifestar.

As mamas aumentam com a gravidez, e em geral o crescimento cessa espontaneamente por volta do sexto mês. As mamas voltam ao tamanho normal após o par to.

E é raro manifestar-se na gravidez subsequente. O rápido desenvolvimento das mamas durante a gravidez pode atrapalhar o diagnóstico da hipertrofia, confundindo-se o crescimento com um tumor inflamatório denominado mastite cancerosa, de alto índice de malignidade.

Já nos casos em que é afastada a hipótese de tumor maligno, o tratamento é frito somente após a gravidez, se a moléstia não regredir normalmente.

Nas hipertrofias de grau médio que não evoluíram, pode-se empregar com parcimônia o hormônio testosterona.

Mas quando a hipertrofia atingir grande volume, é aconselhável a cirurgia plástica conetiva.

EM HOMENS

A ginecomastia – hipertrofia mamária em homens – é o aumento de uma ou das duas mamas, que assumem aspecto feminino. Sua frequência é pequena: cerca de 5%, com grande predominância de ginecomastia unilateral. Surge geralmente devido a um desequilíbrio que aproxima a relação hormonal estrógeno-andrógeno à das mulheres.

É preciso, no entanto, diferenciar a verdadeira ginecomastia da falsa, proveniente de distúrbios glandulares, resultantes do aumento do tecido gorduroso nas mamas, característica observada nos obesos.

É comum a ginecomastia, geralmente bilateral, em idades avançadas. Faz-se, então, a biópsia da mama, para diferenciar a anomalia de um possível câncer.

Em jovens, a ginecomastia pode manifestar-se devido a hipertireoidismo, insuficiência testicular ou supra-renal, cirrose hepática, desnutrição ou tumores do testículo.

Por dificuldade ou déficit  na digestão de aminoácidos essenciais (componentes das proteínas), pode surgir insuficiência testicular e hepática que levará a um desequilíbrio na relação andrógeno-estrógeno, o que acarreta a ginecomastia.

O paciente apresenta-se magro mas com mamas hipertrofiadas. No tratamento, procuram-se eliminar as causas inflamatórias dos testículos ou de outras glândulas do organismo. Se o tratamento falhar. recorre-se à cirurgia.

Fontes:

1, 2, 3

Imagem:  greenme.com.br 



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