A Psoríase – O que é? Tratamentos, Dicas, Sintomas e Causas

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Placas avermelhadas que aparecem em regiões variadas do corpo denunciam esta doença de evolução benigna e de fácil diagnóstico.

O sinal mais característico da psoríase é uma placa eritematosa, avermelhada, sobre a qual se forma uma massa esbranquiçada constituída pelo acúmulo de escamas. Por esse motivo, a erupção é denominada eritemato-escamosa. Raspando o bloco escamoso, este se desfaz em pequenos fragmentos.

Continuando a raspagem. verifica-se que as escamas destacam-se por planos, restando, ao fim, uma película que reveste a base eritematosa.

Essa película é tida como o sinal característico da doença. Sua retirada deixa a descoberto a superfície da lesão, na qual se notam pequenos pontos hemorrágicos. O aspecto dos elementos que compõem a lesão varia conforme a idade, localização e evolução da doença.

Geralmente têm forma circular ou oval: é a psoríase nu­mular; às vezes dispõem-se em anel ou em arco: é a psoríase anu­lar; ou então se alongam e formam arabescos ou figuras bizarras, recebendo o nome de psoríase figurada.

Entretanto, qualquer que seja seu aspecto, a natureza da lesão é facilmente reconhecível, sendo a psoríase considerada uma das doenças de mais fácil diagnóstico.

Aspecto da psoriase, com as placas características da doença. São de cor branca, quebradiças e dispõem-se em Iâminas superpostas, bastante aderentes. As regiões mais atingidas são o cotovelo, o joelho, as nádegas e o couro cabeludo.

Neste artigo falaremos sobre A Psoríase – O que é? Tratamentos, Dicas, Sintomas e Causas.

A Psoríase – O que é? Tratamentos, Dicas, Sintomas e Causas

ZONAS PREDILETAS

As regiões do corpo mais atingidas são cotovelo, joelho e nádegas. A face raramente é atingida, porém a localização no couro cabeludo é frequente, sendo muito comuns os casos em que a doença se manifesta exclusivamente nessa região.

As unhas muitas vezes são afetadas, apresentando depressões puntiformes (“unha em dedal’. Regiões mais expostas a traumatismos geralmente são invadidas pela erupção. As mucosas raramente são comprometidas.

Excepcionalmente, as lesões são pruriginosas. Contudo, o prurido não é intenso e em geral não chega a molestar ou irritar o pa­ciente. A erupção pode se limitar à região onde apareceu, ou alas­trar-se e atingir outras áreas cutâneas. Em casos excepcionais atin­gem toda apele do corpo (psoríase eritro dérmica).

A psoríase é doença crônica e de evolução bastante variada. Por vezes as lesões permanecem sem se manifestar durante anos, seguindo-se depois surtos eruptivos.

Em outras ocasiões, a doença se manifesta de modo exuberante. Os surtos eruptivos são espaça­dos ou repetem-se com elevada frequência. Desde o início, porém, apresentam as mesmas características fundamentais.

A psoríase é afecção benigna, uma vez que não compromete órgãos internos nem o estado geral do organismo. Não obstante, po­de dar origem a complicações.

Em alguns doentes afeta as articulações, causando, em certos casos, lesões graves. É a psoríase ar­tropática, cujas lesões tendem a regredir espontaneamente; mas, com a repetição dos surtos, podem se tornar crônicas, acarretando prejuízos definitivos para as articulações.

ORIGEM IGNORADA

A causa da psoríase é desconheci­da, mas existem hipóteses a esse respeito. A hipótese infecciosa atribui a causa a vírus, fungos e bactérias; a metabólica, a distúr­bios do metabolismo; a genética a considera doença hereditária; a psicogénica indica causas emocionais. Todavia, ainda não se tem certeza quanto à sua verdadeira natureza.

Apesar de incurável, a psoríase é até certo ponto influenciável pelo tratamento. Na maioria dos casos conseguem-se obter melho­ras parciais, como redução do número de lesões, sendo raros os de regressão total.

No entanto, essas melhoras são temporárias e de duração variável: podem ser de semanas ou anos. A volta das le­sões constitui a regra, e o desaparecimento espontâneo se dá, na verdade, somente em casos excepcionais.

MEDIDAS PALIATIVAS

O tratamento da psoríase Visa di­retamente à eliminação das lesões. As escamas são tratadas com pomadas queratolíticas.

São também empregados os raios ultravio­leta, em virtude da observação, de que ocorre uma melhora natural quando o doente se expõe ao sol. Pomadas à base de cortisona também foram empregadas com bons resultados.

Além da terapia do local atingido, tentou-se a realização de um tratamento generalizado, mas os resultados não foram satisfató­rios, uma vez que não se conhece exatamente a causa de afecção.

Recorreu-se a drogas como o arsênio, o bismuto e o enxofre, pro­curando-se, além disso, modificar a reatividade da pele com o em­prego de dessensibilizantes.

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Imagem- novosite.ururau.com.br



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