Terapia da Comunicação Interventricular – O que é? É perigoso?

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O cirurgião fecha a abertura anormal entre os dois ventrículos com uma simples sutura ou utilizando uma prótese plástica.

Normalmente, os dois ventrículos do coração estão completa­mente separados um do outro. No entanto, determinadas ocorrências podem interferir na formação do órgão propulsor do sangue, nos primeiros meses da vida intra-uterina.

Á interferência resulta na persistência anormal de um orifício ou abertura entre os ventrí­culos, que possibilita a passagem de sangue entre eles.

A passagem anômala possibilita o desvio de sangue; quanto müior for, maior será a quantidade de sangue desviada. Normal­mente, o sangue oxigenado, proveniente dos pulmões, é bombeado pelo ventrículo esquerdo em direção ao corpo; quando há uma passagem anômala, o sangue é bombeado também para o ventrícu­lo direito.

Neste artigo falaremos sobre Terapia da Comunicação Interventricular – O que é? É perigoso?

Terapia da Comunicação Interventricular – O que é? É perigoso?

Em outras palavras, certa porção (relativa às dimensões da abertura) de sangue oxigenado que se destinava à nutrição do organismo passa para o ventrículo direito, encarregado de bom­bear para os pulmões o sangue venoso que deverá ser oxigenado.

Se a quantidade de sangue que passa da esquerda para a direita é pequena, a sobrecarga não determina conseqüências significati­vas; o volume de sangue desviado para a pequena circulação aco­moda-se com facilidade na circulação pulmonar.

Quando a passa­gem de sangue é maior, mas ainda moderada, provoca o aumento do átrio e ventrículo direitos. Já quando ocorre a passagem de um volume maior de sangue, todas as cavidades cardíacas são afeta­das. Com o tempo, há o espessamento das paredes das arterío­las pulmonares e a diminuição do ritmo da corrente de sangue que

tubo deveia cavangue começa a passar do ventrículo direito para o esquerdo, de­terminando a mistura de sangue venoso ao arterial que vai alimen­tar os tecidos dos diversos órgãos.

Assim, a mesma quantidade de sangue é enviada aos tecidos, mas esse sangue contém menor porcentagem de oxigênio. O resul­tado posterior é o aparecimento de cianose, coloração azulada tí­pica, nas extremidades do corpo. Sendo preciso realizar a Terapia da Comunicação Interventricular.

RUÍDO ANORMAL NO CORAÇÃO

Os sintomas da comunicação interventricular são dificuldade em aumentar de pe­so, crises de bronquite, falta de ar e cianose após ou durante esfor­ços. Algumas vezes verifica-se insuficiência cardíaca nos primei­ros meses de vida.

O sinal mais característico dessa malformação é o chamado sopro sistólico, isto é, um ruído forte, áspero, prolongado, que surge durante a sístole (fase de contração do coração).

Às vezes, esse ruído é acompanhado de um tremor que o médico percebe pela simples palpação da região torácica. Conhecer esses ruidos é importante na Terapia da Comunicação Interventricular.

A TÉCNICA CIRÚRGICA – TERAPIA DA COMUNICAÇÃO INTERVENTRICULAR

Geralmente, o tratamento ci­rúrgico é indicado para pacientes que apresentam sintomas inten­sos, exuberantes, levando a limitações significativas de suas ativi­dades, atraso de crescimento, infecções respiratórias freqüentes e manifestações de sobrecarga cardíaca epulmonar.

A intervenção deve, se possível, ser realizada entre os 5 e os 10 anos de idade; de maneira geral, deve-se evitar a operação antes dos 3 anos de idade. Até essa idade, é importante a realização de um tratamento clínico rigoroso.

A operação consiste no fechamento da abertura entre os ventrí­culos; isso pode ser obtido pela sutura ou então através do uso de uma prótese de teflon, um material plástico especial.

A técnica cirúrgica empregada na maioria desses casos é basea­da na utilização do coração-pulmão artificial, que desvia o sangue do coração permitindo a cirurgia, com visualização direta do sep­to e melhor possibilidade de reparo da lesão.

Conhecer as técnicas de cirurgia da Terapia da Comunicação Interventricular é importante para tratá-la.

INTERVENÇÃO CIRÚRGICA

A intervenção cirúrgica propriamente dita é iniciada por uma abertura mediana, vertical, da região esternal; dessa maneira divi­de-se o osso esterno em duas metades e preserva-se a integridade das duas pleuras. Por tal motivo, essa intervenção é denominada intratorácica e interpleural.

Passa-se então para a ligação do cora­ção-pulmão artificial às veias cavas e à artéria femoral; uma vez estabelecida a conexão, o sangue começa a ser oxigenado por um oxigenador de disco.

No próximo passo pinça-se a aorta torácica, o que determina a parada cardíaca. A interrupção do fluxo sanguíneo deve durar no máximo uns poucos minutos- A partir daí, o coração está livre e é aberto por meio de um corte vertical no ventrículo direito: o septo pode ser visualizado completamente.

A abertura anormal do septo pode ser suturada ou fechada com o auxílio de uma prótese de te-flori, costurada na abertura com pontos de seda fina, assim, realizando a cirurgia de Terapia da Comunicação Interventricular.

Neste artigo falamos sobre Terapia da Comunicação Interventricular – O que é? É perigoso?

Imagem- saude.abril.com.br



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