Vacina influenza A1 e A2 – Diga não a Gripe

Em 1940, descobriu-se que os vírus da gripe podiam ser cultivados em laboratório, no em­brião de galinha. A partir daí,foi possível desenvolver-se uma vaci­na com vírus motivado. Em 1957, quando se manifestou a pande­mia de gripe conhecida como “asiática” foi elaborada uma vacina contra o tipo de vírus A, responsável por ela. Em alguns países, a vacinação em massa pôde limitar a difusão da doença.

Vacinas Influenza A1 e A2

Mas as vacinas específicas ainda não resolvem o problema. Se a vacina imuniza só contra o vírus influenza A, por exemplo, permanece a possibilidade de contágio pelo influenza A1 ou pelo A2. Além disso, a imuni­dade é transitória e declina ao fim de um ano. As vacinas polivalen­tes, que incluem vários tipos de vírus, podem ser aplicadas hoje em dia. Mas também oferecem imunidade transitória e não têm sido utilizadas em massa.

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Gestantes em fim de gravidez, portadores de doenças cardíacas ou pulmonares contam com menor resistência orgânica ao vírus da gripe. Por isso, por ocasião de surtos epidémicos, devem ser vacinados para evitar complicações. A rigor, na maioria desses ca­sos, a vacinação deveria ser feita anualmente.

Uma vez que a gripe se manifeste, a única medida a ser tomada é aliviar os sintomas (tratamento sintomático), principalmente febre, doe de cabeça e dores musculares. Repouso e alimentação adequada são recursos auxiliares importantes. Antibióticos só funcionam se aparecerem Infecções bacterianas secundárias, com persistência e elevação da febre.

Manifestações da Gripe

O vírus da gripe penetra no organismo e fica incubado por 24 a 48 horas. Em algumas horas os poucos vírus já se transformaram em milhões e já começaram a lesar os tecidos. Em cerca de uma semana o processo evolui.

As manifestações da gripe, seja ela pandémica, endémica ou epi­dêmica, variam muito conforme a idade, estado de saúde e ambien­te. Em concentrações humanas, dissemina-se mais rapidamente. O frio, por sua vez, oferece condições para o vírus se instalar, pois em geral irrita as mucosas das vias aéreas.

Os sintomas clínicos são em regra os mesmos. Febre alta, tosse seca, espirros, obstrução nasal e rouquidão. Os olhos ficam irrita­dos e lacrimejantes, surgem dores de cabeça (cefaléia) e musculares (mialgia), além de um estado de prostração física – sintomas esses relacionados com a febre elevada. Na realidade, a gripe só provoca alterações nos tecidos dos órgãos respiratórios, talvez os únicos atacados diretamente pela infecção.

Para evitar a gripe influenza A1 e A2 tome vacine!

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