Varicela: Complicações, Catapora, Transmissão, Prevenção e Muito Mais

varicela

Doença característica da infância, a varicela, conhecida por catapora, é altamente contagiosa e pode ser confundida com a varíola.

VARICELA

Acredita-se que a varicela apareça quando o organismo ainda não reagiu ao vírus e, portanto, não se imunizou. Por isso, é uma doença típica da infância. O vírus causador da varicela ou catapora é um corpúsculo arredondado, com cerca de 210 milionésimos de milímetro de diâmetro.

Só o microscópio eletrônico permite observá-lo. Resiste muito pouco no ambiente exterior e até hoje só se conseguiu estudá-lo instalado no hospedeiro humano. A baixa resistência do vírus não permite que ele se propague por meio de roupas e objetos.

Na verdade, não se sabe exatamente como ele se transmite, mas supõe-se que um dos veículos sejam as gotículas de saliva que o doente difunde no ar através da tosse, da respiração e da fala. Outra via de contágio seria o contato direto com lesões cutâneas da doença, onde se concentra elevado número de vírus.

Pode ocorrer ainda a varicela no recém-nascido (infecção neonatal), e mesmo uma infecção intra-uterina, em consequência da transmissão da varicela da mãe para o filho.

SURGE A VARICELA

Quando o vírus penetra no organismo, a doença não se manifesta imediatamente. Num período que dura em média quinze dias, não há novidade alguma. Começa então a surgir um pouco de dor de cabeça, ligeira febre, falta de apetite, vômitos, sintomas que prosseguem por dois ou três dias.

Ao mesmo tempo, ou pouco depois, surgem os sinais mais característicos. Manchinhas vermelhas (máculas) arredondadas ou ovais, de dimensões variáveis e um pouco salientes (pápulas), distribuem-se irregularmente pela face e pelo tronco.

Logo no início, os vírus danificam as células que forram os pequenos vasos da pele e das mucosas. Em consequência, um líquido transparente sai das células e acumula-se sob a camada superficial, formando uma pequena bolha: a vesícula.

Pouco apouco, o líquido interior da vesícula (com restos celulares e leucócitos) desaparece e ela vai murchando. Em seu lugar,fica uma pequena crosta amarelo-avermelhada, que dura uns quatro dias.

Finalmente, também se desprende a crosta e não resta nenhuma cicatriz. As lesões da varicela surgem em “ondas” e evoluem individualmente. A certa altura, pode-se observar a presença de máculas no tronco, onde já há crostas formadas.

COMPLICAÇÕES

Ao coçar as delicadas vesículas, elas se rompem. O líquido nelas contido, rico em vírus, espalha-se e difunde a infecção. Mas, além disso, há outro risco.

As unhas, nem sempre limpas, podem estar carregadas de gemes comuns, como estafilococos e estreptococos. As vesículas se infectam e transformam-se em pequenos abscessos. Quando estes são numerosos, pode surgir uma piodermite difusa, às vezes seguida de febre.

É a complicação mais frequente da varicela. Ocasionalmente, podem aparecer complicações mais graves, como pneumonia, inflamação do ouvido médio e encefalite. O que se pode fazer, além de aliviar os sintomas, é procurar evitar uma infecção secundária por bactérias e o rompimento das vesículas pelas unhas infectadas.

A contaminação das vesículas pode ser evitada pela aplicação local de medicamentos que contenham anti-sépticos. O combate à febre e à dor de cabeça é recomendável e, nos bebês, o uso de luvas Impede a contaminação pelas unhas.

Fonte (em inglês):

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Imagem: crechesegura.com.br



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