Hipertensão Arterial – Sintomas, Causas e Tratamentos – O que é?

A Hipertensão Arterial é uma doença comum – ataca entre 2 e 4% da população adulta do mundo – a hipertensão não tem causas conhecidas, na grande maioria dos casos. Apesar de, virtualmente, constituir um grave perigo, a hipertensão sanguínea, ou arterial (popularmente conhecida como ‘pressão alta‘), costuma ser encarada como um mal menor, sem conseqüências dignas de maiores considerações.

No entanto, esse distúrbio pode propiciar tardiamente uma série de afecções, como o “derrame” cerebral, o enfarte do miocárdio, a insuficiência cardíaca ou até mesmo a morte do feto, no caso de gestantes acometidas por essa enfermidade.

Chama-se de pressão diastólica – ou pressão arterial mínima – a que é registrada quando o coração está em sua fase de repouso (diástole), antes de iniciar a contração (sístole) que impele o sangue para as artérias, com o conseqüente aumento de pressão (pressão sistólica ou máxima).

Assim, pode-se conceituar a hipertensão arterial como uma doença em que os níveis de pressão sistólicos, isto é, durante a contração cardíaca, são superiores a 150 mm Hg (milímetros de mercúrio) e os diastólicos, ou seja, durante o relaxamento do coração, superiores a 90/100 mmHg. Esse conceito, porém, aplica-se apenas a adultos jovens. Após os 40 anos de idade é comum uma ligeira elevação da pressão; nas crianças, ao contrário, ela é sempre mais baixa.

A hipertensão arterial sistêmica é caracterizada por níveis elevados e sustentados da pressão arterial. Na maioria das vezes, é associada a alterações funcionais no coração, encéfalo, rins e artérias periféricas e a alterações metabólicas.

Tipos e Causas da Hipertensão

hipertensão

Na grande maioria dos casos (cerca de 90% deles), a causa da hipertensão é desconhecida. Quando se conhece a causa da hipertensão em determinado paciente, a doença é denominada hipertensão arterial secundária. Nesses doentes, se for possível tratar e eliminar as causas, a pressão poderá normalizar-se. Mas, se mesmo após exaustivos exames clínicos e de laboratório a causa não for detectada, a moléstia é chamada hipertensão arterial essencial ou primária.

O mecanismo pelo qual se instala uma hipertensão arterial essencial é desconhecido, embora existam várias teorias que procuram explicar suas possíveis causas.

Traço hereditário

Entretanto, admite-se que a existência de determinados fatores parece propiciar o aparecimento da hipertensão arterial. Assim é que, em certas famílias, a hipertensão parece ser um traço hereditário. Sabe-se também que indivíduos muito irritáveis, muito tensos ou que levam vida demasiado agitada estão mais sujeitos à doença. Finalmente, a obesidade sem dúvida predispõe à hipertensão arterial.

Origem renal ou hormonal

As principais causas da hipertensão secundária são de origem renal ou hormonal ou, ainda, determinadas por lesões vasculares ou por alterações cerebrais. Em princípio, qualquer tipo de doença renal (nefropatia) – congênita ou adquirida -pode causar hipertensão arterial.

Dentre as doenças renais congênitas, destacam-se como causadoras de hipertensão o rim policístico e o rim portador de malformações vasculares ou com defeitos nas vias excretoras da urina, com acúmulo desta na pelve renal, glomérulos e túbulos renais (hidronefrose). Entre as adqueridas, a glomerulonefrite e a pielonefrite são consideradas importantes.

Doença Crônica e a insuficiência renal

Quando se tornam crônicas, essas doenças podem determinar a insuficiência renal, inicialmente aguda e, depois, crônica. Segundo a maioria dos especialistas, esse distúrbio – caracterizado por insuficiente circulação sanguínea no rim – liberaria uma enzima especial, a renina, que transformaria certas substâncias produzidas pelo rim em hipertensina, composto supostamente responsável pela vasoconstrição de todas as artérias do corpo.

Um tumor localizado na porção medular da glândula supra-renal – o feocromocitoma – geralmente determina uma maior secreção de adrenalina e noradrenalina, substâncias hipertensoras. Do mesmo modo, uma formação tumoral atingindo a hipófise pode levá-la a estimular o córtex da supra-renal, que passa a secretar grande quantidade de hidrocortisona, hormônio de propriedades também hipertensoras. Além disso, diversos outros estados podem levar à hipertensão.

Na insuficiência cardíaca, por exemplo, a pressão arterial pode se elevar muito quando o distúrbio primário está descompensado. Lesões vasculares, como o estreitamento da artéria renal e a coarctação da aorta (estreitamento anormal congênito da aorta), também são causas de hipertensão. Certas áreas do sistema nervoso, por sua vez, participam do controle da pressão arterial. Se nelas se instalam tumores, a pressão arterial tende a aumentar de modo descontrolado.

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