Lombalgias – O que é? Quais os Riscos? Mata? É Perigoso?

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Dores lombares manifestam-se, em geral, pela manhã, quando o paciente se levanta, sendo acompanhadas de desarticulação na coluna vertebral.

A lombalgia ou dor na região lombar pode ser consequência de diversos fatores desencadeantes: friagens, má posição, compreensões da coluna vertebral, vícios de postura etc.

Formada pelas cinco vértebras lombares, a coluna vertebral lombar situa-e entre a vértebra sacral e a vértebra torácica ou dorsal. Rodeada por poderosa musculatura, constitui, juntamente com o osso latico, o apoio ósseo do abdome.

Além disso, nessa re­gião inserem-se os músculos da coluna vertebral. Encontra-se, pois, toda a área em constante atividade, uma vez que nela se refle­te qualquer movimento.

Disso se deduz facilmente por que motivo as dores lombares constituem fonte contínua de aborrecimentos para os que dela padecem.

Neste artigo falaremos sobre Lombalgias – O que é? Quais os Riscos? Mata? É Perigoso?

Lombalgias – O que é? Quais os Riscos? Mata? É Perigoso?

A RECUSA DA COLUNA

A causa da lombalgia pode ser atribuída à musculatura lombar, que se nega a executar uma tarefa para a qual não está preparada.

Pode também ser considerada co­mo uma defesa tomada pela musculatura lombar contra estados anormais de estruturas vizinhas, a exemplo de vértebras, discos in­tervertebrais ou raízes dos nervos medulares.

Em ambos os casos, a dor é desencadeada pela violenta pressão e contração dos músculos que, nessa região, são compactos e es­tão em contínua atividade. A contração brusca da musculatura dessa área pode mesmo acarretar o deslocamento de uma vértebra.

Conhecer essas informações pode ajudar na Lombalgias.

A POSSIBILIDADE DE PREVENÇÃO

Assim que se manifesta a dor, o paciente poderá combatê-la, ingerindo medica­mentos antiálgicos (analgésicos). Trata-se, porém, de medida palia­tiva, porquanto tais drogas são meramente sintomáticas (atenuam e fica é mas momentaneamente os dolorosos sintomas).

A verdadeira causa da lombalgia continuará existindo e a dor voltará a se manifestar. Convém consultar sem demora um médico especialista, o qual irá prescrever o tratamento mais adequado pa­ra cada caso.

Para maior conforto do paciente, enquanto a dor não passa, aconselha-se o enfaixamento do tronco, a partir da cintura e em di­reção ao baixo ventre, com uma faixa elástica.

Quando a crise ini­cial mais aguda já tiver passado, convém mover cabeça, braços e pernas e, simultaneamente, levar o paciente a respirar fundo.

Pro­cura-se, dessa maneira, restabelecer-se os movimentos que ante­riormente estavam prejudicados. A prevenção da lombalgia visa a combater as causas desenca­deantes da dor, como friagens, umidade, posições incorretas, ex­cesso mal distribuído de peso (que sobrecarrega a coluna), altera­ções circulatórias.

Outra importante medida preventiva é a ginásti­ca. Exercícios musculares moderados permitem manter, e até mesmo desenvolver, a mobilidade da coluna, evitando assim as do­res causadas pela prolongada imobilidade.

Ter a consciência destas prevenções pode ajudar a evitar Lombalgia.

PERIGO: A SACRALGIA

A região sacral da coluna ver­tebral, formada por cinco vértebras, situa-se entre a lombar e a coccígea, à qual está soldada. Esta última porção, juntamente com a sacral fecha posteriormente a cavidade da bacia.

Dores localizadas na região sacral recebem o nome de sacral­gias. Em geral fazem parte do mesmo quadro clínico das lombal­gias daí receberem a denominação de lombossacralgias. Além da musculatura paravertebral, a afecção atinge também a sede da inserção dos músculos no sacro.

Distúrbios circulatórios de diferentes origens constituem a cau­sa mais comum da sacralgia. Dores menstruais, por exemplo, são muitas vezes sacrais, o mesmo ocorrendo com dores causadas por lesões no último trecho do intestino (hemorróidas, fistulas anais, prolapsos ou ainda inflamação do reto).

A dor sacral gradativa e persistente relaciona-se primeiramente com alterações intestinais ou ginecológicas. Em caso de estas serem afastadas como possí­veis causas ou elementos desencadeantes, consideram-se os fatores intrínsecos dos ossos, da musculatura ou das raízes dos nervos es­pinhais que se encontram na região sacral.

DORES TERMINAIS

O cóccix, região final da coluna ver­tebral, é constituído por três vértebras rudimentares. Considerado um remanescente da cauda primitiva dos mamíferos, sua ponta de­limita a região inferior da bacia.

Ocasionalmente, o cóccix une-se ao sacro e este à quinta vértebra lombar,fato denominado sacralização da quinta vértebra lombar. Essa transformação leva a encurtamento da coluna vertebral lombar, o que proporciona uma ligação mais forte entre a bacia e a coluna vertebral. A sacraliza­ção é encontrada em cerca de 5% das pessoas.

BIOLOGIA

Apesar da complexidade de sua natureza, os momentos decisivos da reprodução celular já não constituem segredo para os pesquisadores.

TELÓFASE DA MITOSE

A célula alonga-se e em sua região equatorial aparece um sulco que se aprofunda progressivamente, até separá-la em dois. Os cromossomos voltam a modificar-se, aparecem novamente nucléolos e membranas em tomo dos nú­cleos e os fusos desaparecem. Agora há duas células em interfase.

As duas células resultantes da divisão celular são idênticas. Isso significa que a mitose não envolve apenas a repartição do material contido na célula, mas também uma duplicação prévia de vários

Com raras exceções de casos de reprodução assexuada, todo ser vivo começa sua existência a partir de uma única célula. Decorre daí que, necessariamente, as células possuem a propriedade de se multiplicarem por divisão. Basicamente, existem três tipos de divi­são celular amitose, mitose e melosa.

A MITOSE

É um processo de divisão celular que ocorre em es­pécies inferiores de organismos, sem formação paralela de cromos­somos (cromos, cor; soma, corpo).

As células simplesmente se con­traem, acinturam-se e o material citoplasmático se divide em duas porções iguais. Em organismos superiores, a divisão amitótica só ocorre excepcionalmente.

MITOSE

Esse tipo de divisão celular envolve um repartimento regular do núcleo (cariocinese) e do citoplasma (cito cinese), com a correspondente formação de membranas.  Até certo ponto os dois processos poderão ocorrer independentemente; células de núcleos múltiplos geralmente resultam da divisão repetida unicamente do núcleo.

A citocinese independente da cariocinese é muito rara e, em geral, decorre de uma anormalidade que conduz à degeneração da célula. Embora a mitose seja um processo continuo, consideram-se, pa­ra fins didáticos, cinco fases.

INTERFASE DA MITOSE

Corresponde a uma hipotética fa­se de repouso, que na realidade só existe abstratamente. A croma-tina do núcleo apresenta-se na forma de longos filamentos entrela­çados em rede. O núcleo é esférico.

PRÓFASE DA MITOSE

É a primeira etapa dinâmica da mito­se. A retícula de cromatina assume o aspecto de uma meada de fi­lamentos estreitamente unidos: são os cromossomos. A formação destes é acompanhada pelo desaparecimento dos nucléolos.

O aparecimento dos cromossomos caracteriza a primeira etapa dinâmica da mitose: quando a célula não os apresenta, ela se en­contra na interfase ou “em repouso”.

No citoplasma, os centriolos dividem-se e deslizam ao longo da membrana nuclear até se pasta­rem dois a dois nos pólos da célula. Mas permanecem ligados en­tre si por fibras que, no conjunto, formam um fuso central.

METÁFASE DA MITOSE

À medida que se forma o fuso (provavelmente por modificações lineares do citoplasma), os cro­mossomos dispõem-se um tanto desordenadamente na equador da célula, embora ligados aos fusos. Cada fuso se liga a um dos filamentos que compõem os cromossomos (cromátides). A ligação en­tre cromátides e fusos é chamada centrômero.

As características dos cromossomos na metáfase são constantes em uma determinada espécie: o mesmo número, o mesmo tamanho (com variações mínimas), e a mesma posição do centrômero.

ANÁFASE DA MITOSE

A anáfase começa quando ocorre a súbita divisão dos cromossomos, que se separam e se movem na direção dos pólos. Não se sabe ainda o que causa esse movimento.

componentes. Isso efetivamente acontece, em particular com os cromossomos. Grosso modo, os cromossomos são “fiapinhos” que aparecem no núcleo da célula na mitose.

Seu número é variá­vel de uma espécie para outra, mas constante numa mesma espé­cie. As células humanas, por exemplo, sempre apresentam 46 cro­mossomos. Neles estão contidos os genes, moléculas de ácido desoxirribonucléico (ADN).

Os genes, que são portadores de mensagens cifradas correspon­dentes a características hereditárias, dividem-se na duplicação das células de ADN. A mitose, portanto, envolve operações fundamen­tais e criticas, pois o menor erro decorrente de fatores externos irá determinar graves alterações na célula-filha.

MEIOSE

A reprodução sexual envolve a fusão de duas células sexuais (ou gametas). Se a mitose fosse a única forma de divisão, a reprodução sexual duplicaria o número de cromossomos em cada geração, uma vez que a mitose determina que os cromossomos do­brem de número e se distribuam equitativamente entre as duas células resultantes.

Nesse caso, se o gameta masculino tivesse os 46 cromossomos e o gameta feminino também, sua fusão produziria uma célula com 92 cromossomos. E toda vez que ocorresse nova fusão de uma célula masculina com outra feminina, o número de cromossomos voltaria a duplicar, até que a inviabilidade biológica liquidasse a espécie.

Para impedir que o número de cromossomos seja duplicado com a fusão dos gametas, ocorre nas células sexuais outro proces­so de divisão, a meiose. Em certa extensão, o mecanismo da meio-se é igual ao da mitose.

Nas células do corpo, os cromossomos aparecem em pares iguais, com cromossomos homólogos (ou seja, têm os mesmos genes e a mesma sequência).

Nas células do corpo dos seres humanos há 23 pares de cromossomos homólogos. Nas células sexuais, eles não aparecem pareados: essa redução vai ocorrer mediante meiose ou mitose reducional, quando as células sexuais são formadas.

Na biologia diz-se que a meiose transforma o número diplóide (aos pares) dos cromossomos em número ha­plóide (metade do número total).

Neste artigo falaremos sobre Lombalgias – O que é? Quais os Riscos? Mata? É Perigoso?

Imagem- hong.com.br



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