Septicemia – Sintomas, Causas e Tratamentos – O que é?

Septicemia

septicemia é uma infecção grave do sangue que ocorre quando uma infecção causada por uma bactéria consegue se espalhar pela circulação sanguínea.

Quando o germe produtor de uma infecção não supurada, se acha no Sangue e nele se multiplica, diz-se que há septicemia. Diz-se que ha bacteremia quando um germe passa momentaneamente pelo sangue, sem nele desenvolver-se. Sob o nome de piemia designam-se os casos em que os germes de uma infecção supurada passam por via sanguínea para localizar-se em diversas partes do corpo (vísceras, serosas, tecido celular, etc.), produzindo nelas focos de supuração.

Nos casos em que além de septicemia se observa a formação de focos supurados em diversas partes do corpo, recebem o nome de septicemia. Diz-se que há toxemia quando o germe fica localizado em uma parte do organismo, mas suas toxinas passam para o sangue (difteria, pneumonia).

Causas da septicemia

Os germes que se acham com maior freqüência são as diversas variedades de estreptococos e estafilococos. Tem-se observado que as piemias são produzidas pelo estafilococo, e que ao contrário o estreptococo viridans praticamente nunca produz focos de supuração. Seguem-nos por ordem de freqüênca, o bacilo coli, o gonococo, meningococo, etc.

A porta de entrada para o organismo, para estes germes pode ser um ferimento infetado da pele ou das mucosas, uma infecção posterior ao parto ou aborto, ou outra infecção (antraz, furúnculo, blenorragia, amigdalite, foco de infecção, etc.).

Em alguns casos não podo achar-se a porta de entrada, e fala-se então de uma septicemia criptogenética (de causa oculta). Com certa freqüência se tem observado que uma piemia ou septicemia cessa, ao ligar uma veia afetada de tromboflebite (infecção da veia, com formação de coágulos em seu interior). Predispõem para a septicemia as causas que, debilitando o organismo, lhe diminuem as defesas, tais como: cansaço excessivo, fome ou alimentação muito incorreta, sede, debilidade por enfermidades anteriores, etc.

Sintomas

É preciso suspeitar a possibilidade de uma septicemia quando, existindo uma possível fonte de entrada do germe, aparecem sintomas graves.

Os principais sintomas da septicemia são: calafrios com temperatura de 40 a 410, dor de cabeça, delírio, pulso e respiração acelerados, pele seca, náuseas e vômitos, inapetência, sede intensa, língua saburrosa, coloração amarelada da pele e das mucosas, etc. Às vezes a pele está muito pálida. Há acentuado emagrecimento. Às vezes ao final aparece diarreia.

A violência e freqüência dos calafrios, a intensidade dos sintomas tóxicos (face amarelo-terrosa, língua seca e saburrosa, pulso rápido e fraco, respiração acelerada, inapetência acentuada, diarreia, etc.), e a aparição de focos de supuração (presença de pus) em diversas partes do organismo.

Em casos mais avançados da septicemia, podem observar-se hemorragias em diversas partes do corpo( nariz, estômago, pele, etc.).

Diagnóstico da septicemia

A confirmação da suspeita de septicemia se fará pela chamada hemocultura, que consiste em semear pequena quantidade de sangue do enfermo em diversos meios de cultura de micróbios, que se mantêm à temperatura de 370. Desta maneira se multiplicam os germes que se achavam no sangue, podendo identificar-se o agente causal, o que torna possível usar no tratamento o antibiótico mais ativo nesse caso.

Tratamentos da septicemia

Muito melhorou o prognóstico destas graves infecções, como é o caso da septicemia, desde que se utilizam os modernos antibióticos, tais como a penicilina. O uso de doses adequadas de alguns dos antibióticos (a escolha depende do germe causal), é o mais importante do tratamento. Quanto aos cuidados gerais (habitação. ventilação, alimentação, cuidado do intestino, hidroterapia) encontrar-se-ão as minúcias ao estudar o tratamento geral das doenças infecciosas, tais como a septicemia.

É preciso tratar o foco que causou a infecção (ferimento infetado, furúnculo, etc.), na forma indicada ao estudar esses assuntos. Uma infecção tão grave pode, segundo o caso, produzir danos a diversos órgãos: fígado, coração, etc., e o médico indicará o tratamento que julgue ser mais adequado para cada uma destas complicações.



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