Pé Torto Congênito – Saiba O que é – Tem Cura e Tratamento?

pé torto congênito

Pé Torto Congênito são representadas pelo pé torto e alterações na forma ou no número dos ossos do tarso, do metatarso e dos dedos, ou ausência de um, de vários deles, ou de todos. A alteração mais conhecida e mais comum, no entanto, é o chamado pé chato. Consiste na ausência ou pouca acentuação do arco do pé.

Como consequência dessa anomalia, a superfície plantar se apóia inteiramente no chão. O defeito é corrigido mediante o uso de sapatos ortopédicos apropriados. A escolha da terapia de qualquer das malformações do esqueleto é determinada, antes de tudo, pelas condições psíquicas de cada paciente.

É muito importante que o tratamento das deformidades ósseas seja o mais precoce possível, porque quanto antes for iniciado, melhores serão as possibilidades de recuperação ou de adaptação. Assim, de acordo com a gravidade do caso, o ideal é sempre procurar os cuidados de um médico ortopedista e de um fisioterapeuta, logo após o nascimento da criança.

Para as deformidades do membro superior, a maior dificuldade é possibilitar uma utilização suficiente da mão por meio de intervenção cirúrgica ou com próteses ortopédicas móveis.

Em último caso, se o defeito não permitir nenhuma utilização, por menor que seja, recorre-se à substituição estética da parte ausente, o que já diminui sensivelmente o problema psicológico.

É considerado deficiência física?

O pé torto congênito é considerado deficiência física quando há limitações em casos mais extremos.

Tratamento: Pé Torto Congênito Tem Cura?

O método de Ponseti, em que é utilizado gesso e botas ortopédicas próprias.

No caso dos membros inferiores, é essencial criar condições que possibilitem suportar o peso do corpo, por meio de cirurgia nos ossos ou nas partes moles. Recorre-se, na maioria das vezes, à ajuda de aparelhos ou próteses ortopédicas.

A criança pode andar normalmente quando o tratamento é feito.

Outros Tipos de Deformidades congênitas

Quanto às vértebras, existe ainda uma anomalia denominada diferenciação regional. A vértebra adquire forma semelhante à da que se localiza logo acima ou abaixo. Uma delas é a dorsalização da sétima vértebra cervical (dopescoço), que se torna a primeira vértebra dorsal; a seu nível encontram-se vértebras a mais, que podem causar distúrbios do plexo cervical que inerva parte da cabeça, pescoço, ombro e tórax.

Outra anomalia desse tipo é a sacralização da quinta vértebra lombar, que se une ao sacro. Geralmente não causa distúrbios.

As deformidades congênitas do membro superior podem se manifestar pela ausência (aplasia) total ou parcial do braço, que compreende a falta do braço e antebraço, com a mão inserida diretamente no tronco (focomelia); falta da mão ou do antebraço (hemimelia); presença de todos os elementos, mas em tamanho reduzido (micromelia). As vezes, apenas a mão é atingida por alguma deformidade, sendo o braço e o antebraço normais.

Pode então ocorrer de os dedos serem muito curtos devido à brevidade dos metacarpos (braquimetacarpia), ou a mão torta pela má inserção nos ossos do braço

Os dedos podem se fundir (dois ou mais), aumentar em volume ou em número, ou ainda afilar-se. As malformações congênitas dos membros inferiores compreendem a falta total ou parcial do fêmur, ausência da rótula, ausência da tíbia; curvatura anormal da tíbia, ausência do perônio, genu valgum (joelhos deslocados para dentro, devido ao desvio das rótulas para fora; assim os tornozelos ficam separados, quando os joelhos se tocam,), genu varum (joelhos deslocados para fora, devido ao desvio das rótulas para dentro; os tornozelos se tocam, os joelhos ficam separados.)

imagem: saude-joni.blogspot.com.br

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