Membrana Celular: Descoberta por Ro­bert Hooke e a Teoria de Danielli

Membrana Celular:

Para os antigos, a membrana celular apenas continha o citoplasma; hoje, sabe-se que é uma importante estrutura funcional do organismo.

Quase todos os organismos vivos conhecidos se compõem de células. Mas essa unidade estrutural básica de toda matéria viva só seria identificada no século XVII (1663), pelo cientista inglês Ro­bert Hooke.

E a moderna teoria celular, ou seja, o reconhecimento de que iodos os tecidos animais ou vegetais são constituídos por aglomerados de células, só foi definitivamente estabelecida no início do século XIX.

Até então as idéias sobre a célula limitavam-se ao que podia ser visto através de um microscópio comum. Os aumentos eram de até 2.000 diâmetros apenas, e mostravam no máximo o contorno da célula, o citoplasma e o núcleo.

O limite definido que cada célula apresenta, a não-fusão de duas células postas em contato, a observação da entrada e saída de certas substâncias, e não de outras, fizeram com que se imaginasse desde logo a presença de um envoltório celular.

Apesar de não ser visível ao microscópio comum, os biólogos concluíram que ele existia. Daí a origem da teoria da membrana celular ou membrana plasmática, que estuda o funcionamento e as propriedades desse envoltório.

Molécula da estrutura da membrana celular ou plasmática, de acordo com a teoria de Danielli (1954). Segundo ele, a membrana seria atravessada por poros.  As moléculas proteicas estão dispostas com suas cadeias polipeptídicas perpendiculares ás moléculas de lipídios.

 

Mecânica da membrana celular

A relativa elasticidade e a resistência mecânica da membrana plasmática são atribuídas à presença dessas capas de proteínas, que, provavelmente, mantêm as moléculas em estado de coesão.

De acordo com Danielli a membrana plasmática é um retículo de proteínas em cujos espaços livres se encontram água e substâncias lipídicas. A existência de lipídios explicaria a grande permeabilidade a substâncias solúveis nas gorduras ou que as dissolvem.

E a camada de proteínas justificaria a reduzida torça de ligação recíproca entre as moléculas da membrana Se a célula morre, há equilíbrio entre os ambientes extra e intracelular.

Portanto, para que uma célula possa manter-se viva e autônoma, é indispensável a presença de uma membrana ativa, capaz de regulara velocidade das substâncias que a atravessam, nos fenômeno, de fagocitose (ingestão de substâncias sólidas), pinocitose (absorção de líquidos) ou de simples difusão (água e pequenas moléculas).

Foi somente na metade do século XX que graças ao microscópio eletrônico – chegou-se a uma noção exata quanto ao aspecto e às funções da membrana exterior das células.



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